26 de junio de 2017
Achar que o CO2 decide o clima é como crer em magia, diz professor do MIT
Verde: a cor nova do comunismo: Achar que o CO2 decide o clima é como crer em magia, diz professor do MIT |
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Posted: 25 Jun 2017 01:30 AM PDT
Richard S. Lindzen professor Alfred P. Sloan de Ciências Atmosféricas ensinou no Massachusetts Institute of Technology – MIT até 2014. Em abril de 2017 ele publicou o texto de sua conferencia pública sobre as mudanças no clima, disponível no site Merion West. Nela, logo de inicio manifesta seu espanto com os alarmismos espalhados com muita desonestidade a respeito de mudanças climáticas, enganando o público não especializado. Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra. Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes. Não há base para alarmismos ou catastrofismos. Há, porém, um catecismo do politicamente correto que manda pensar assim. E o cientista que não repete o catecismo não obtém verba do Estado, que monopoliza as aplicações no setor. Por isso, não papagaiar esse catecismo será com certeza um suicídio para um jovem cientista e o forçará a incluir a “mudança climática” ou o “aquecimento global” em seu trabalho, ainda que não tenha relação com ele. É presunção ridícula achar que o aumento do CO2 faz mal. Não obstante, esse gás deve ser demonizado em qualquer projeto que queira ser financiado, explicou o prof. Lindzen. O CO2 é bombeado nas estufas para acelerar o crescimento das plantas. A insistência em dizer que tal ano foi um dos “mais quentes desde que se tem registro” resulta de uma manipulação estatística, porque o tal aquecimento cessou nos últimos vinte anos. O simples leigo fica confundido com a ideia de que basta tirar uma média de todas as temperaturas do planeta para se ter o “aquecimento global”. O que quer dizer uma média entre a temperatura de um deserto como o Vale da Morte na Califórnia e o monte Evereste? – perguntou o prof. Lindzen. É algo como fazer uma média de todos os números de telefone que possam existir, ironizou o prof. Lindzen. Ele destacou a prevalência da análise qualitativa para concluir sobre a evolução do clima. O não cientista pode ser facilmente enganado. Por exemplo, a respeito de nível dos oceanos. Também o nível da terra seca muda em função do movimento das placas tectônicas! Tudo na Terra está em movimento.
Os temores a respeito obedecem antes a critérios propagandísticos que científicos. Outro caso. A observação do Ártico e da Antártica com satélites começou em 1979. Todo ano se verifica um acentuado ciclo de diminuição da superfície gelada no verão e de crescimento no inverno. O período de tempo em que este fenômeno vem sendo observado já é de 40 anos. Em termos de mudança climática, é um intervalo bem breve. Porém, tenta-se extrapolar os resultados de um período tão breve para futuros remotos, o que é obviamente inadequado. Se fôssemos extrapolar desse modo os dados da temperatura terrestre colhidos no dia e na noite, poderíamos ter prognosticado que o mundo neste momento estaria fervendo. É ridículo. Incorre-se no mesmo ridículo extrapolando os dados da cobertura de gelo ártico, restritos a poucas décadas. Em 1922 houve preocupação com um eventual desaparecimento do gelo ártico. Depois voltou a crescer. A preocupação não é só de hoje. O novo é o exagero propagandístico. Todo o que se pode dizer a respeito do gelo ártico é que as oscilações constituem um dos numerosos fenômenos interessantes na Terra para os quais não temos nem mesmo registros suficientes. Além do mais, o derretimento dos polos provavelmente não contribuirá para um aumento do nível dos mares. O curioso é que a abertura de uma passagem náutica pelo polo foi sempre uma aspiração considerada altamente conveniente e desejável para o transporte mundial.
O que fica em pé é a ironia atribuída a Henry Louis Mencken: “o cerne da praxe política é manter a população alarmada com uma série intérmina de espantalhos, imaginários na maior parte”. O movimento ambientalista foi bem mais longe até do que dizia Mencken.
A pilhéria do urso polar
Al Gore e seus imitadores encontraram um bom álibi no perigo de extinção do urso polar. Exploraram a imagem patética trabalhada em algum photo shop de um urso polar boiando num resto de gelo. Mas Susan Crockford, especialista na evolução dos ursos polares, mostrou que houve significativa diminuição deles no passado, porque eram caçados comercialmente. Isso favoreceu leis que interditaram a caçada. O resultado é que agora o número deles aumentou em tal medida que foi necessário voltar a permitir sua caça. Não há prova de que as alterações da população dos ursos polares tenham algo que ver com as mudanças climáticas.
A acidificação dos oceanos
A acidificação dos oceanos é mais uma dessas obscuras denúncias que não resistem à análise, disse. O público se alarma com o vocábulo “ácido”, mas o fato é que os oceanos estão mais perto daquilo que em química se denomina “base” do que um “ácido”, e a tendência verificada vai mais na linha de um ligeiro aumento da “base” que neutraliza o “ácido”. Como é costumeiro, há demasiados erros nesses alarmes. A suposta morte de recifes de corais está relacionada com a “acidificação” dos oceanos. É um típico alarmismo oco.
O “aquecimento global” como causa de tudo
Alguns absurdos são por demais evidentes, como a balela propagada pela revista Nation segundo a qual o CO2, embora não tenha sido percebido, é altamente venenoso! Pelo contrário, ele é essencial para a vida de nosso planeta! Nossos submarinos e estações espaciais consideram que níveis muito altos de até 5000 ppm [partes por milhão, ou 5000 moléculas de cada milhão na atmosfera] de CO2 no ar que respiram os tripulantes estão dentro da margem de segurança. Mas os alarmistas gritam porque a Terra atingiu níveis de apenas 400 ppm [0,04% da atmosfera]! O artigo da Nation chegou à bizarrice de dizer que o “efeito estufa” aqueceu a temperatura do planeta Vênus até os altíssimos níveis atuais [457ºC]. Qualquer um sabe que a alta temperatura da superfície de Vênus é devida à proximidade do sol e à presença de densas nuvens de ácido sulfúrico envolvendo aquele planeta. O planeta Marte tem muito mais CO2 que a Terra: sua atmosfera é composta em 95,32% por CO2, mas não aqueceu globalmente. Pelo contrário, é muito mais frio que a Terra [importantes oscilações em torno de -50ºC]. Analisando os alarmistas, temos visto repetidamente que estão burlando a opinião pública e que os dados científicos constituem para eles meros detalhes.
Conclusões
A acumulação dessas invenções na mídia é apresentada como ‘esmagadora evidência’ de uma catástrofe que se aproxima. Mas vendo o que os catastrofistas dizem, podemos nos perguntar se eles têm prova do que quer que seja. Para concluir, as alegações de mudanças climáticas justificaram numerosas políticas que na maior parte das vezes fizeram mais mal do que bem. E têm capacidade para gerar ainda mais males. O melhor que se pode dizer dessas iniciativas é que, apesar de seu imenso custo, terão pouco impacto nos níveis de CO2. Dediquei muito tempo ao estudo do caso das perturbações do CO2 na atmosfera do planeta, disse o prof. Lindzen, e acabei achando que supor que esse gás possa mudar o clima é algo muito próximo de acreditar na magia. Mas os catastrofistas dizem que é preciso acreditar na ‘ciência’. Se for assim, tal ‘ciência’ teria virado uma ‘crença’ e deixado de ser um sistema de conhecimento. |
25 de junio de 2017
El sello igualitario de la Reina
El sello igualitario de la Reina
Defensa de la
paridad y condena de la violencia machista marcan otro estilo en la Corona en
tres años
Madrid 21 JUN 2017 - 08:43 BRT
Ampliar fotoLa reina Letizia, en un encuentro con
alumnos y profesores en Avilés. ALBERTO MORANTE EFE
Las apariciones públicas de la Reina suscitan un notable interés
mediático. Pero más allá del
atuendo, de si asiste o no a los actos a los que solía
acudir su antecesora, la reina Sofía, o si acompaña o no al Rey en
determinados viajes, hay otras claves que la singularizan frente a la tradición
que la precede y que, por ser respuestas a estímulos de su tiempo, tienden a
actualizar la institución de la que forma parte.
A pesar de que su papel es muy
limitado en las actividades en las que participa el Rey y está muy circunscrito
en las que ella protagoniza, algunos de los discursos que pronuncia
le ofrecen una brecha para la afirmación de su personalidad. En ellos ha
establecido su particularidad frente a su predecesora, a pesar de que ambas
ocupan un mismo ámbito de representación de marcado cometido social, sanitario,
cultural y humanitario.
En sus tres años como reina, su posición en la defensa de la igualdad de
género y contra la
violencia machistaconstituye el rasgo distintivo de un nuevo estilo
en las recientes cuatro décadas de la Corona española. La reina Sofía, más
centrada en la infancia, la lucha contra la pobreza y la educación en sentido
clásico, apenas hizo algunas referencias a estos asuntos en sus más de 130
discursos. Solo entró más a fondo en la III Conferencia Plenaria de la Red de
Comisiones Parlamentarias para la igualdad de oportunidades entre Mujeres y
Hombres de la Unión Europea.
Pero nunca con el brío y la persistencia de la reina Letizia, que ha
llegado a exhortar a las mujeres a ser valientes, valorarse y alcanzar puestos
de decisión que parecen predestinados en exclusiva a hombres. Ese
sello lo empezó a imprimir todavía como Princesa de Asturias, en 2013, cuando
asumió la presidencia del I Congreso Internacional Contra la Violencia de
Género organizado por la Comunidad de Madrid. En el acto expuso convicciones
que ha ido profundizando en sus intervenciones como reina: “Solo con educación
de valores de igualdad y respeto conseguiremos que la violencia de género sea
erradicada”.
En ese sentido, reclamó que la educación fuese “el elemento integral y
esencial” para “romper los tabúes, los prejuicios negativos y las ideas
preconcebidas hacia roles tanto de la mujer como del hombre que lleven a
conductas basadas en la superioridad, en la falta de respeto, en la violencia
verbal y física”. Un instrumento que, además, fomentara la independencia de la
mujer, “su seguridad personal y su capacidad para buscar alternativas, para
romper el silencio”. Fue un modo diferente de abordar el asunto desde La
Zarzuela.
La reivindicación de igualdad también encontró su eco en la entrega de
los Premios Woman en abril de 2015, ya como reina. En ese acto tan propicio
celebrado en el Casino de Madrid defendió que “en el mundo de la mujer hay
muchas cosas que se pueden hacer de otra manera”. Citó las tasas de
analfabetismo, los matrimonios de niñas, el paro femenino y la desigualdad
salarial y la diferencia de tiempo que el hombre y la mujer dedican a la casa y
a los hijos.
Volvió a subrayar este mensaje un mes después con su presencia en
Honduras durante su primer viaje de cooperación, donde dio visibilidad ante las
instituciones de la violencia de género, un problema pendiente de incorporar a
la agenda política y social del país.
En el discurso pronunciado durante su
nombramiento como embajadora especial de Organización de las Naciones Unidas
para la Alimentación y la Agricultura para la Nutrición, en Roma, en
junio de 2015, tampoco desaprovechó la oportunidad. Consideró como un “tema
capital” el papel de la mujer, incidiendo en la Declaración de Roma: “Una mujer
con acceso al conocimiento, y piensen en la magnitud de lo que esto significa
cuando me refiero a cada mujer de cada país de los diferentes modelos sociales
que existen, es la mejor garantía de que una comunidad mejore”.
En otro escenario adecuado, la reunión anual del patronato de la
Fundación Mujeres por África, celebrada en Madrid en noviembre de 2015, volvió
a llamar la atención sobre la importancia del binomio igualdad-educación.
Preconizó la igualdad de acceso a las mismas oportunidades para hombres y
mujeres y el “derecho a elegir cumpliendo siempre con las obligaciones”.
“Propiciar la igualdad entre hombres y mujeres es abonar la paz,
disminuir la pobreza”, añadió. La Reina supeditó la educación al “acceso de las
mujeres a los núcleos de poder donde se toman las decisiones, políticas y
económicas, en las mismas condiciones que los hombres”.
"Más mujeres
en puestos de poder"
La 25ª edición de los premios de la Federación Española de Mujeres
Directivas, Ejecutivas, Profesionales y Empresarias, celebrada el pasado julio,
constituyó otro podio desde el que realizar un nuevo alegato por la igualdad de
género. En el acto deploró que muy pocas mujeres puedan acceder a los puestos
de decisión de las empresas y que dediquen “más del doble de tiempo al hogar y
a la familia que sus parejas”. Incitó a abrir “un debate serio en torno a los
horarios” para hallar la razón por la que no hay “más mujeres en puestos de
poder”.
La Reina emplazó a las mujeres a creer en sí mismas, “a perder el
miedo”. “Miedo a hablar cuando hay que hablar, miedo a delegar el primer
biberón, miedo a no poder con todo o a pedir ayuda, miedo a negociar con el
jefe (o con la jefa). Sería interesante perder el miedo porque las mujeres
somos, además, las que decidimos el 70% del consumo mundial”.
La entrega de
Medallas de Oro de la Cruz Roja y la Media Luna Roja en el
Teatro de la Maestranza de Sevilla el pasado 11 de mayo le brindó otra ocasión
para incidir en la pervivencia de la desigualdad de la mujer, al señalar que la
situación el mundo, con sus desigualdades, “ha mejorado, pero la discriminación
persiste”.
Estas posiciones, que adquieren trazas de relato estructural, cobran
mayor significado por ser formuladas desde una institución en la que la figura
del Rey, como jefe del Estado, se superpone a la de la Reina, que en calidad de
consorte no puede asumir funciones constitucionales y se sitúa en un plano de
desigualdad.
24 de junio de 2017
PERISCOPIO 24/06/2017 NACHO ALDAY - DESRATIZAR
PERISCOPIO
24/06/2017
NACHO ALDAY - DESRATIZAR
Estamos viendo la teatralidad de la policía
e incluso del Ejército por muchos lugares del viejo continente para aparentar
que los gobiernos combaten el terrorismo islamista cuando en realidad eso es
como pretender vaciar el agua del mar con cubos.
Dada la esencia diabólica de la secta
mahometana cualquier musulmán puede transformarse de golpe en terrorista.
Como resulta que ya hay millones de ellos
en Europa no es posible colocar millones de policías junto a ellos las 24 horas
del día.
Imagínese una ciudad donde las ratas
comienzan a morder a las personas. La solución no sería poner miles de agentes
municipales patrullando con palos
esperando que las ratas ataquen para entonces abatirlas sino desratizar, es
decir, resolver el problema en su raíz.
Así pues, la única solución a la yihad es
la expulsión de todos los musulmanes. La incompatibilidad de ellos es
manifiesta. Esta en juego nuestra supervivencia. Ellos o nosotros. Pues ellos a
sus países y nosotros en los nuestros para poder vivir en paz. Y los que tengan
nacionalidad europea deportarlos fuera
del continente. Apartar a los
contagiados por el virus ebola no fue discriminación sino una exigencia del
bien común.
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Mesquita feminista… novo passo rumo a um “Islã Europeu”
Mesquita feminista… novo passo rumo a um “Islã Europeu”
24 de junho de 2017Sem comentários
Heitor Abdalla Buchaul
Nesse ambiente — que se propõe aberto a homens, mulheres e homossexuais, sunitas ou xiitas, e onde até a “igualdade de gênero” é apregoada — não poderiam faltar os elogios e incentivos de importantes órgãos midiáticos de uma Europa que caminha sem rumo e com os olhos vendados, esquecida de seu glorioso passado.
Aquilo que no momento chamam de pequena experiência de um islamismo feminista, com focos na Alemanha e Dinamarca, além de uma universidade islâmica fundada na Espanha em setembro de 2016, é apoiado por diversas forças políticas europeias propugnadoras de um “Islã europeu” com cor e língua locais, que defenda os valores da União Europeia.
É importante salientar que os três “valores” pregados nesse encontro — amor, concórdia e diálogo — têm sido profusamente usados como palavras talismânicas, cada vez mais distantes de seu verdadeiro sentido… Aliás, a palavra “verdade”, no singular, não está em voga no mundo moderno, dominado pelo relativismo.
Temos em geral uma visão superficial do islamismo e, pelo que vemos no noticiário, parece ao menos estranho e contraditório aos olhos do homem comum, uma “Mesquita feminista” que mistura palavras do Alcorão com os pseudovalores da sociedade ocidental hodierna. Porém, se analisarmos melhor o Islã, em sua falta de estrutura hierárquica fixa (o que faz com que muitos não o considerem religião) e, portanto, ausência de uma interpretação oficial do Alcorão — haja vista a quantidade de seitas e correntes islâmicas divergentes entre si —, nós podemos constatar que não só é possível, como provável uma união no agir e no pensar entre os muçulmanos e o neopaganismo ocidental.
Na Suma Contra os Gentios, ao tratar dos maometanos, Santo Tomás de Aquino ressalta a ignorância dos povos que seguiram Maomé em seus mais baixos instintos: “Ele [Maomé] seduziu os povos com promessas referentes aos desejos carnais, excitados que são pela concupiscência. Formulou também preceitos conformes àquelas promessas, relaxando, desse modo, as rédeas que seguram os desejos da carne.” (Santo Tomás de Aquino. Suma contra los Gentiles. Livro I, Capítulo VI, Club de Lectores, Buenos Aires, 1951, 321. p.76 e ss.).
De modo análogo, escreve São João Bosco: “A religião de Maomé consiste numa monstruosa mistura de judaísmo, paganismo e cristianismo [...] como os povos da Arábia eram constituídos uma parte por judeus, outra parte por cristãos e os outros pagãos, para induzir todos a segui-lo, ele tomou uma parte da religião professada por eles, dando preferência especialmente àqueles pontos que podem incentivar mais os prazeres sensuais.” (O católico educado em sua religião: Colóquio de um pai de família com seus filhos, segundo as necessidades do tempo – Diálogo XIII: O Maometanismo).
Portanto, esses dois grandes santos apontam para o relativismo da doutrina islâmica e a ignorância dos seguidores de Maomé, atraídos pela possibilidade de um relaxamento moral e pelo uso de seus baixos instintos. A sociedade atual, extremamente relativista, amoral e hedonista, condiz com o espírito dos primeiros seguidores a doutrina maometana.
Por tudo isso, podemos ao menos suspeitar dos verdadeiros objetivos das forças políticas que não só abrem as fronteiras aos chamados “refugiados”, como incentivam a imigração maciça de islâmicos para a Europa. Todos aqueles que seguem a maléfica e utópica filosofia marxista sonham em destruir (como Marx declara em sua obra) os parâmetros e os padrões da sociedade cristã, com vistas a uma suposta “emancipação do homem”. Não é por acaso que a maior inimiga dessa teoria marxista sempre foi a Santa Igreja Católica, que, de maneira racional e doutrinária, aponta todos os seus erros e contradições.
Tampouco foi por simples acaso que o filósofo marxista francês Roger Garaudy (falecido em 2012), parte integrante do pensamento da extrema-esquerda autogestionária, se tornou muçulmano, e que a fundação por ele criada em Córdoba, na Espanha, tem como objetivo salientar a dominação islâmica nesse país.
22 de junio de 2017
De um lado e outro cientistas desclassificam o ‘acordo de Paris’

domingo, 18 de junho de 2017
De um lado e outro
cientistas desclassificam o ‘acordo de Paris’
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| Dr Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia: “nenhuma estratégia tem a mais remota possibilidade de alterar o clima” |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
“Nenhuma das estratégias propostas pelo governo americano, pelo seu Ministério de Meio Ambiente (Environmental Protection Agency – EPA) ou por quem quer que seja, tem a mais remota possibilidade de alterar o clima, ainda que de fato este seja controlado pelo CO2”, defendeu o Dr. Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia.
“Em termos de leigo, para efeitos de clima, todas as supostas ‘soluções’ para o aquecimento global são meras falas simbólicas.
“Por isso, ainda que estivéssemos diante de uma catástrofe climática, se nós tivéssemos que confiar num acordo climático da ONU, estaríamos todos perdidos”, comentou Marc Morano, diretor de comunicações do Committee For A Constructive Tomorrow (CFACT) e diretor do site ClimateDepot.com baseados em Washington.
Por isso, a saída dos EUA do ‘Acordo de Paris’ “será uma vitória da ciência. Ninguém se engane, os militantes que pretendem controlar o clima por meio de arranjos da ONU e regulamentos do EPA são culpados por acreditarem na superstição”, acrescentou.
A expectativa foi grande antes do anúncio do presidente Trump, que caiu como bomba sobre a militância verde mais radical.
O Dr. James Hansen, um dos líderes máximos do aquecimentismo planetário, que galgou altos postos de direção na NASA, representa a posição oposta à de Morano.
Mas também ele, de seu ponto de vista ambientalista radical, repudiou a incompetência do acordo:
“[O acordo de Paris] é realmente uma fraude, uma falsificação. É mera besteira ele dizer: ‘Teremos como objetivo um aquecimento de apenas 2ºC e depois tentaremos fazer um pouco melhor a cada cinco anos’.
“Trata-se de palavras sem valor. Não há ação, apenas promessas. Enquanto os combustíveis fósseis andarem mais baratos por aí, eles continuarão a ser consumidos”.
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| James Hansen (chapéu) em passeata, Coventry, Inglaterra: “[O acordo de Paris] é realmente uma fraude, uma falsificação Trata-se de palavras sem valor”. |
O pânico aquecimentista vive em função de uma meta ideológica travestida de ciência.
O cientista político dinamarquês Bjørn Lomborg, professor adjunto da Copenhagen Business Scholl, diretor do Centro de Consenso de Copenhague e ex-diretor do Instituto de Avaliação Ambiental na capital da Dinamarca, também achou correto que Trump tenha abandonado o Acordo de Paris.
Para ele, a renúncia ao acordo “parará a procura de um fim mortal caríssimo”. Porque ainda que os argumentos da ONU sejam verdadeiros, o acordo “tem muito pouco a ver com o aumento da temperatura”.
E deu como exemplo a Alemanha, que gastará 110 bilhões de dólares tendo como único retorno um adiamento de 37 horas no suposto “aquecimento global”.
O Dr. Lomborg calcula que a humanidade “gastará pelo menos cem trilhões de dólares para reduzir lá pelo fim do século a temperatura global num máximo de três décimos de grau centígrado… e isto usando os próprios modelos para predizer o clima da ONU! (...)
“O custo do Acordo de Paris será de cerca de um ou dois trilhões por ano. É um dos mais caros tratados na história do mundo.” Veja: Bjørn Lomborg: ‘Germany Spends $110 Billion to Delay Global Warming by 37 Hours’
Usando os seus próprios métodos, o Prof. Lomborg concluiu que se o tratado parisiense for cumprido, a redução total da temperatura por volta de 2100 será de apenas 0,086º Fahrenheit. Uma quantia desprezível estatisticamente. O número é semelhante ao concluído por cientistas do Massachusetts Institute of Technology.Cfr USA Today.
A única via para se atingir a meta dos entusiastas do anti-“aquecimento global” seria uma recessão econômica de grande envergadura.
De alguma maneira isso seria obtido pelo Acordo de Paris onerando os combustíveis com uma ‘taxa de carbono’, que os tornaria mais caros, e degradando o crescimento econômico. Mas seria perverso.
A outra opção seria desenvolver novas tecnologias. Então, que se ponham a trabalhar para desenvolvê-las! Mas o verbo ‘trabalhar’ não tem muita entrada entre os ativistas verdes!
Tratados da ONU não resolvem essa questão, sobretudo a custos pecuniários e humanos inimagináveis até hoje, concluiu Lomborg.
Vídeo: Por que o ‘acordo de Paris’ é uma fraude que não pode resolver nada (em inglês)
El Congreso dice «no» al referéndum unilateral en Cataluña
El Congreso dice «no» al referéndum unilateralen Cataluña
El Pleno rechaza la moción con los votos del PP, PSOE, Ciudadanos, UPN y Foro Asturias
El 71,43 por ciento del Congreso de los Diputados ha rechazado con los votos del PP, PSOE, Ciudadanos, UPN y Foro Asturias -250 votos- la celebración, el próximo 1 octubre, del referéndum independentista en Cataluña.
El pleno del Congreso ha votado la moción consecuencia de interpelación del PDeCAT que se debatió el miércoles y que solo ha contado con el apoyo del 26 por ciento de la Cámara, lo que suman el grupo proponente, Unidos Podemos, ERC, PNV, Compromís y EH-Bildu, en total 92 votos.
La única diputada de Coalición Canaria, Ana Oramas, se ha abstenido en la iniciativa. PDeCAT pedía a la Cámara respeto a la consulta del 1 de octubre, la fecha establecida por la Generalitat para la consulta, aunque el Gobierno de Mariano Rajoy ya ha adelantado que no tendrá lugar porque es ilegal.
Diálogo
La moción giraba originalmente en torno a la operación diálogo puesta en marcha por el Gobierno para intentar encauzar la crisis catalana en esta legislatura, y reclamaba que La Moncloa se aviniera a negociar la fecha y la pregunta de la consulta. Pero el anuncio unilateral de Puigdemont tanto de la fecha como de la pregunta obligó el lunes al PDeCAT a enmendarse a sí mismo y reformular el contenido de la moción para centrarlo en el respeto al referéndum.
El partido catalán argumentaba que ese acto permitirá a los catalanes decidir «sobre su futuro político en cumplimiento del mandato democrático surgido de las urnas, y después de reiteradas llamadas al acuerdo». La moción incluía una serie de puntos adicionales que también han sido rechazados. Entre ellos, «celebrar y dar la bienvenida a la disposición» de Puigdemont de acudir al Congreso para explicar el referéndum pero sin someter su propuesta a votación. Una postura que tiene un complicado encaje reglamentario ya que las iniciativas que puede elevar al Pleno el Parlamento catalán incluyen votación posterior.
El PP ya ha ofrecido al PDeCAT la posibilidad de comparecer ante el Congreso pero ateniéndose a una de las fórmulas que contempla el Reglamento de la Cámara, esto es, con votación. Y esta posición ha quedado respaldada por el resto de partidos constitucionalistas. El grupo catalán ha obviado esta falta de encaje reglamentario y se ha centrado en subrayar que la iniciativa permitirá «abordar desde el diálogo la posibilidad de articular respuestas compartidas, acordes con el momento social y político que vive Cataluña».
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![James Hansen (chapéu) em passeata, Coventry, Inglaterra: “[O acordo de Paris] é realmente uma fraude, uma falsificação Trata-se de palavras sem valor”. James Hansen (chapéu) em passeata, Coventry, Inglaterra: “[O acordo de Paris] é realmente uma fraude, uma falsificação Trata-se de palavras sem valor”.](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguKJX1Zj4VvOwCDpXtfM81HpwTf-rKP9XGG-f4vVWKpo9WUGXK2K4wmRu8cH66BTK6ItmC2bhVqUhu-_KkrNpPES3zBsvfZIKQj66WHS8d34WoSE6ByJxJIGPB_DqIZ_J_CUvnTQKwQtqg/s640/James+Hansen+%2528chap%25C3%25A9u%2529+em+manifesta%25C3%25A7%25C3%25A3o+de+rua.+Coventry%252C+Inglaterra.jpg)