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18 de agosto de 2018

NACHO ALDAY - ESPERANZA



viernes, 17 de agosto de 2018



NACHO ALDAY - ESPERANZA - 18/08/2018

El Grupo de Visegrado, con Hungría, Polonia, República Checa y Eslovenia compone ya un dique sólido, sin fisuras, que no está dispuesto a recibir ningún inmigrante musulmán, pues lo que se pretende es islamizar Europa, llevándola a una guerra étnica y religiosa.

Todo el antiguo bloque del Este ha seguido la misma línea: Croacia, Bulgaria, Estonia, Letonia, Lituania, Rumanía. Incluso la pequeña Malta.

Ahora la presidencia rotatoria de la Unión Europea la ostenta el canciller Kurtz de Austria, con una coalición claramente anti invasión.

El caso más llamativo y exitoso se da en Italia donde el ministro del Interior, Matteo Salvini ha adoptado una posición de cierta firmeza ampliamente respaldada por su pueblo, que ha situado a La Liga como el primer partido en intención de voto.

En Francia es muy sólida la posición del Rassamblement National de Marine Le Pen y en Holanda la del Partido de la Libertad de Geert Wilders. En Dinamarca hasta los socialdemócratas han tomado conciencia del peligro y han levado anclas del plan genocida de las fuerzas mundialistas. En Suecia, el partido Demócratas de Suecia, y en Finlandia el de Verdaderos Finlandeses aumentan sus expectativas de votos. En Alemania, el partido identitario AfD ya es la tercera fuerza en el Bundestag, y la segunda en las encuestas. Incluso en la anestesiada España despunta Santiago Abascal, lider del partido Vox, que reclama sin complejos la expulsión de la plaga islamista para evitar más atentados terroristas.

Frente a este avance libertador, las fuerzas revolucionarias al servicio de los dictados genocidas están en retroceso. La Merkel es un cadáver político, Macron está en sus cotas más bajas de popularidad. El socialismo desaparece de Alemania e Italia. Partidos conservadores como el austriaco han abandonado el bando globalista y se han pasado al soberanista.

El reto para las elecciones europeas es que las fuerzas anti islamistas consigan la mayoría absoluta en el Parlamento Europeo. El anuncio de Salvini de una Liga europea pro civilización resulta alentador.


26 de agosto de 2014

Cidade espanhola vive 'boom' imigrante

Cidade espanhola vive 'boom' imigrante

Folha de S.Paulo - Mundo - Cidade espanhola vive 'boom' imigrante - 25-08-2014


Tarifa, no extremo sul do país, registra maior chegada de ilegais vindos do norte do Marrocos desde o início da crise

Policiais e turistas se misturam em balneário após ações de emergência tomadas pelo governo

LUISA BELCHIOR MOSKOVICS ENVIADA ESPECIAL A TARIFA (ESPANHA)

Com as mãos coladas em uma parede de vidro, um cidadão senegalês observa turistas caminharem em direção à mesma praia onde ele e outras 1.300 pessoas desembarcaram cinco dias antes, enquanto europeus tomavam banho de mar com vista para montanhas africanas.

Ele está detido a menos de 50 metros da praia, em um ginásio poliesportivo da prefeitura de Tarifa, no extremo sul da Espanha, depois de entrar irregularmente em águas espanholas e ser resgatado pela guarda costeira.

A população de Tarifa não chega a 18 mil habitantes, mas pode alcançar 90 mil pessoas em agosto, a maioria atrás de badalação e surfe.

Tarifa é a cidade da península Ibérica mais próxima à África --apenas 14 km separam os dois continentes entre este ponto e o Marrocos
.
Semana passada, em apenas três dias cerca de 80 pequenas embarcações superlotadas vindas do norte do Marrocos cruzaram a fronteira espanhola pelo estreito de Gibraltar em direção a Tarifa.

Depois de meses concentrados em um acampamento no monte Gurugú, no norte do Marrocos, eles aproveitaram uma combinação quase perfeita para a travessia: a lua cheia, que garante claridade e uma maré mais tranquila, e uma espécie de vista grossa de policiais marroquinos, responsáveis por monitorar as saídas de embarcações em direção à Europa.

O resultado foi a maior onda migratória da África à Espanha desde o início da crise econômica no país europeu.

Foi a primeira vez, segundo o ministério de Interior da Espanha, que chegaram tantos em tão pouco tempo. Mesmo em 2006, em pleno "boom" econômico, o número máximo de entradas irregulares pelas fronteiras marítimas havia sido de 512.

Na semana passada, foram 800 em um só dia. Desde janeiro, segundo a Acnur, a agência para refugiados da ONU, cerca de 75 mil pessoas vindas do norte da África tentaram entrar nas costas mediterrâneas da Europa.

"Nunca vimos nada igual", disse o prefeito de Tarifa, Juan Andrés Gil.

A Frontex, polícia de fronteira da União Europeia, dá como certo, segundo o jornal "El País", que autoridades marroquinas liberaram a passagem das embarcações em retaliação a uma decisão recente da Justiça espanhola que julgou culpados policiais do Marrocos acusados de maus-tratos a cidadãos africanos que tentavam cruzar a fronteira.

Na semana passada, policiais marroquinos deram um prazo de 48 horas para os acampados saírem ao mar, segundo as suspeitas, tornando impossível para a guarda costeira espanhola e a Frontex bloquearem os acessos a águas espanholas.

Uma vez em águas espanholas, os imigrantes ilegais têm, por lei, de ser resgatados e enviados a delegacias, onde investigadores tentam identificá-los.

Caso o país de origem tenha acordo de devolução com a Espanha --caso do Marrocos--, a polícia os extradita. Como a maioria não revela seu nome nem país de origem, são levados a um centro de internamento de estrangeiros e, seis meses depois, soltos.

Por isso, ao chegar à praia na semana passada, os imigrantes beijavam o solo espanhol. Sabiam que dificilmente serão mandados de volta.

EMERGÊNCIA

Quando a cifra de resgatados em águas espanholas atingiu as 1.300 pessoas, o governo espanhol fez uma reunião de emergência e despachou 500 policiais a Tarifa.

"É policial para um lado e gente de biquíni para outro. Nunca vi isso aqui", disse o morador de Tarifa Luis Ortiz Benites.

A população local tem se mostrado solidária com os recém-chegados. Todos os dias, vão ao centro onde estão detidos. "Vim ver se queriam doações de comida, mas eles parecem fortes", observou a estudante María Muñoz, de cadeira de praia na mão.

Os cerca de 1.300 africanos confinados em Tarifa parecem fortes e saudáveis. Nenhum tinha sinais de desidratação e menos ainda suspeita de ebola. A polícia espanhola distribuiu luvas e máscaras a seus agentes, mas associações de médicos do país descartaram a possibilidade.

Normalmente, eles chegam com hipotermia, desidratação, mas desta vez estavam todos bem", contou à Folha Miguel Garcia, porta-voz da Cruz Vermelha.

Na visita que a reportagem fez ao centro temporário de detenção, os imigrantes não aparentavam cansaço. Silenciosos, esperavam em fila indiana a hora do jantar, uma das três refeições a que têm direito no local.

Naquela mesma noite, a dois quarterões da fila do jantar dos imigrantes, milhares de jovens europeus também se enfileiravam --para entrar em bares e boates da cidade.

19 de agosto de 2014

Un vídeo muestra más golpes y patadas a inmigrantes en la valla de Melilla

Un vídeo muestra más golpes y patadas a inmigrantes en la valla de Melilla

Los agentes marroquíes agreden a los sin papeles en España y a la vista de la Guardia Civil


Un policía marroquí, en el centro, sube a la valla donde están los inmigrantes. / ANTONIO RUIZ
La escena vuelve a producirse de noche. En territorio español. Y en la frontera que separa Melilla de Marruecos. Un subsahariano camina cojeando por el entrevallado cuando un policía del país africano se cruza en su camino. El agente le lanza una patada a la altura del pecho y, de seguido, lo golpea con una porra por la espalda. A trompicones, el inmigrante llega hasta la puerta y atraviesa la verja de vuelta a Marruecos. Todo ocurrió el pasado 13 de agosto, tras un intento de salto protagonizado por 600 sin papeles. Y así lo denuncia Prodein, una ONG que trabaja en la ciudad autónoma, en un vídeo difundido este martes.

Las imágenes captan más agresiones de los policías africanos a este grupo de subsaharianos, de origen maliense. Un efectivo policial, por ejemplo, atiza con una porra en las piernas a cada inmigrante que atraviesa la verja de vuelta a Marruecos. "Los golpes los dan militares marroquíes uniformados y guardias civiles", puntualiza la organización. Su portavoz, José Palazón, insiste además en que todo ocurre en territorio español y ante la mirada de los agentes de Melilla. "Todo se produce en la zona de servicio del Instituto Armado".
Este vídeo se difunde un día después de que Human Rights Watch (HRW) exigiese al Gobierno de Rajoy que investigue "las evidencias" de que policías españoles agreden a los sin papeles en la valla. Una petición que formuló a nivel internacional y en base a otras imágenes captadas también el 13 de agosto. En ellas, según mantiene esta ONG, agentes que "parecen ser de la Guardia Civil" los golpearon.
"El derecho de España de proteger sus fronteras no le da carta blanca para abusar de los migrantes. El Ejecutivo central y las autoridades locales de Melilla deben emprender acciones contra cualquier agente de la Guardia Civil que haga uso excesivo de la fuerza", señaló el subdirector de Europa y Asia Central de Human Rights Watch, Benjamin Ward.
Prodein ya difundió hace dos meses otro vídeo donde se observaba a policías marroquíes "golpeando con crueldad" a los sin papeles que el 18 de junio saltaron la verja de la ciudad autónoma. El cámara captó cómo un agente africano agredía a un subsahariano por la espalda: con un palo le pegaba hasta que la víctima cayó al suelo. También le lanzaron piedras a los que se encontraban encaramados en la valla. Por todo ello, el juez de Instrucción número 2 de Melilla, Emilio Lamo de Espinosa, decidió admitir a trámite una querella para investigar los hechos.
"Se observa cómo, dentro del territorio nacional (pues se observa tras ellos la valla de delimitación del territorio nacional), apalean a un inmigrante", escribió el magistrado en el auto. Este indaga los posibles delitos de lesiones, trato degradante, coacciones, prevaricación y actos contra los derechos individuales y omisión del deber de impedir la comisión de un delito.

Es una visión sesgada e interesada. Echo de menos vídeos donde se solidaricen con los guardias civiles heridos
Abdemalik El Barkani, delegado del Gobierno en Melilla
La delegación del Gobierno de Melilla,encabeza por Abdemalik El Barkani, ha respondido a los vídeos difundidos con un comunicado donde destaca "su absoluto apoyo a la Guardia Civil". "Queremos subrayar el comportamiento ejemplar y humanitario que distingue a los agentes del mismo cuerpo", reza la nota, donde considera "inadmisible que se intente criminalizar" al instituto armado. "Nos alarma la facilidad con la que se critica sin ofrecer alternativas realistas", añade la representación del Ejecutivo en la ciudad autónoma, que criticó "unas imágenes parciales que buscan la controversia".
"Es una visión sesgada e interesada", ha añadido este martes Abdemalik El Barkani, en referencia a las imágenes publicadas por la ONG. "Echo de menos vídeos y declaraciones donde se solidaricen con los guardias civiles heridos", ha comentado el delegado del Gobierno en un acto público celebrado en Melilla. "Estos debates no conducen a nada. En cambio, dan la sensación de debilidad de un sistema que utilizan las mafias como una fortaleza", ha concluido. Respecto a la entrada de agentes marroquíes en territorio español, la delegación del Gobierno la ha enmarcado dentro del dispositivo de "cooperación" entre las fuerzas policiales de ambos países.

21 de noviembre de 2013

El PP ignora la petición de la oposición de retirar las cuchillas de la valla de Melilla

El PP ignora la petición de la oposición de retirar las cuchillas de la valla de Melilla

El Grupo Socialista reconoce que mantuvo las vallas pero las retiró al comprobar los efectos

Los socialistas melillenses recuerdan que la Guardia Civil encontrará "personas destrozadas"


Operarios instalaban ayer viernes alambres con cuchillas en la valla de Melilla. / ANTONIO RUIZ (EL PAÍS)
La oposición ha perdido el primer asalto, pero no se da por vencida y volverá a la carga. Esto ha ocurrido en el pleno del Congreso, durante el cual todos los grupos parlamentarios han pedido al PP y al Gobierno que retiren las concertinas, o cuchillas, de la valla de Melilla como método disuasorio para los inmigrantes ilegales que tratan de pasar a España. Se trataba de una moción del Grupo Socialista sobre la política de inmigración del Gobierno pero que ha sido aprovechada para incluir esta exigencia. El Grupo Popular ha dicho que no pero aún tendrá que hacer frente a otra media docena de iniciativas que ya están registradas en el Parlamento de todos los grupos.
Todos se pusieron de acuerdo para suscribir una enmienda conjunta a la moción inicial para retirar la concertina al ser una medida "ineficaz, vergonzosa y terrible". Así lo ha expresado de palabra la portavoz socialista Soledad Pérez Domínguez, quien ha recordado que la vida de los inmigrantes "tiene tanto valor como las que defiende el PP con tanta pasión", en referencia implícita al debate del aborto.
De nada ha servido de momento que los portavoces recordaran a la diputada del PP, Carmen Navarro, que el Fiscal General del Estado,Eduardo Torres-Dulce, se haya comprometido a abrir una investigaciónal tener serias dudas de que ese procedimiento de disuasión sea legal además de estar convencido de que vulnera criterios "de estricta humanidad". El PP mantiene el no y al menos en la sesión del martes se centró en recordar que en la etapa de gobiernos socialistas se mantuvo la valla que años antes había montado el gobierno del PP. "Cuando comprobamos los efectos la retiramos", respondió la diputada socialista tras reconocer el error de no haberlas retirado inmediatamente. Navarro pidió a la oposición que "no haga demagogia" y "deje de incendiar" este asunto de extrema gravedad y respecto al cual el Gobierno tiene que tomar decisiones.
Una "crueldad sin medida", dijo Antonio Picó de CiU, impropia de una sociedad civilizada; "Una atrocidad que quiere esconderse tras la palabra concertina", denunció Rosa Díez, de UPyD. En la crítica a los eufemismos, también participó Joan Coscubiela de ICV tras calificar de "inhumana" esa medida que "no es un instrumento musical aunque se llame concertina sino que hiere y mata". La esperanza está en que intervenga el Fiscal General del Estado "como se ha comprometido", ha confiado Emilio Olabarría del PNV.
Desde Melilla la oposición es total, también de los cuerpos de seguridad. El secretario general de los socialistas melillenses, Gregorio Escobar, recalca que las consecuencias de las cuchillas también van a recaer "en la espalda de los guardias civiles que se van a encontrar directamente con personas destrozadas", ha dicho en declaraciones a Radio Nacional de España. Un aumento de un 35% de las plantillas de policía y guardia civil; coordinación con Marruecos y trabajar en los países de origen, es la alternativa de los socialistas melillenses. En ningún caso, las cuchillas.