Mostrando entradas con la etiqueta ABIM. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta ABIM. Mostrar todas las entradas
16 de septiembre de 2019
Na Argentina, renovada atração por prédios com cúpulas
Buenos Aires é conhecida como “cidade das 300 coberturas” em forma de cúpula (talvez sejam mais de duas mil). A modernidade as havia relegado ao desinteresse, mas atualmente fluxos de turistas as procuram, curiosos em saber “quem habita essas maravilhosas cúpulas”. Em número crescente, tocam a campainha do último andar de prédios para conhecer o morador de bom gosto, que se afasta da agitação para ficar mais próximo do céu e ouvir música clássica em refinados jantares. Essa procura de uma cobertura tipo “mil e uma noites” levou alguns proprietários a organizar tournées, cocktails e festas. A desenhista Alejandra Giraud esclarece: “São locais que seduzem. Têm mistério”. E um porteiro acrescenta: “O que atrai é sobretudo a hierarquia”.
Etiquetas:
ABIM,
Argentina,
Arquitectura,
Cupulas
11 de septiembre de 2019
Pés e coração
Pés e coração
11 de setembro de 2019Sem comentários
- Hélio Dias Viana
“Certamente a pauta de costumes não será a prioridade […]. A prioridade é a pauta econômica, e vai ser por um bom tempo, até pela crise que o Brasil vive até hoje.”
A declaração acima, publicada por O Antagonista, é de Rodrigo Maia, presidente da Câmara de Deputados.
Ela é uma rotunda recusa em admitir o óbvio: que a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência não se deveu principalmente ao péssimo estado da economia, herança maldita do PT, mas a outra herança dele, muitíssimo pior: a total debacle dos valores morais, que Bolsonaro prometeu resgatar.
Um exemplo de tal debacle é a própria declaração de Rodrigo Maia, que, além ignorar o fato de que não pode haver uma economia sólida sem bons costumes, denota a sua determinação de que não quer contribuir para o reerguimento do Brasil, pois, para isso, precisaria mudar o próprio modo equivocado de pensar.
Se fosse somente ele a ver as coisas assim, a situação não estaria tão ruim. Acompanha-o, entre outros, Raquel Dodge, Procuradora Geral da República, que em nome da liberdade de expressão erigida em valor supremo, não hesitou em pedir ao STF a supressão de uma ordem judicial ordenando a retirada da Bienal do Livro no Rio, de publicações libidinosas altamente nocivas às crianças.
Em uma nação bem constituída, a economia são os pés, e a moral e os bons costumes, o coração. Se o presidente Bolsonaro, atendendo ao clamor da opinião pública que o elegeu, quiser que o Brasil de fato ande e progrida, não poderá descuidar do coração da Pátria amada, cujos filhos não fogem à luta.
10 de septiembre de 2019
Empreendedorismo indígena no Brasil
Empreendedorismo indígena no Brasil
9 de setembro de 2019Sem comentários

Paulo Henrique Chaves
Nos idos de julho de 2008 fui convidado a participar em Manaus de uma conferência sobre empreendedorismo indígena nas Américas. Embora constituísse na época uma ideia nova para o Brasil, já era uma experiência de sucesso nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.
O objetivo principal daqueles dias de estudo era dar uma clarinada no sentido de fazer com que os índios se tornassem menos dependentes da assistência do Estado, bem como se livrassem das garras de muitas ONGs, que já povoavam abundantemente a Amazônia.
A ideia e a iniciativa dessa conferência nasceram do Dr. Raul Gouvêa, brasileiro residente nos Estados Unidos, que leciona na Universidade do Novo México. Estiveram presentes lideranças indígenas do Brasil e das Américas, devendo-se notar que alguns deles, para nossa surpresa, já eram empreendedores.
Importante palestra foi proferida pelo Prof. Dr. Jonathan Taylor, pesquisador do Projeto Harvard para o Desenvolvimento Econômico do índio norte-americano. Ele mostrou que a pobreza dos indígenas de seu país, de modo particular daqueles que viviam em reservas, vinha há décadas preocupando os responsáveis pela definição de políticas públicas indígenas de seu país. Afinal, todas as iniciativas assistencialistas voltadas para melhorar a situação dos indígenas vinham fracassando.
Contudo, os índios alcançaram em algumas reservas um ritmo de crescimento de renda média três vezes superior ao da renda per capita dos americanos, apesar de o orçamento federal para os indígenas tivesse ficado igual, ou mesmo diminuído. O que teria ocorrido?
O Prof. Taylor explicou que os índios prepararam um ambiente fértil para o desenvolvimento quando seus líderes nativos restringiram de maneira duradoura o seu poder sobre os liderados, estimulando o empreendedorismo ou a profissionalização em atividades liberais.
No Brasil, depois de tanto tempo decorrido, tal mentalidade ainda permanece embrionária, pois encontra grandes obstáculos na burocracia e na questão da tutela indígena. Nos governos de FHC e do PT, essa tutela se radicalizou, pois a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) não definia se o brasileiro indígena podia ou não, tinha ou não direito de desenvolver negócios em suas reservas. Foi-lhe dificultado o acesso a uma educação que estimulasse o surgimento de lideranças e mentalidades empreendedoras.
Nos albores do atual governo brasileiro — que se elegeu com uma plataforma política diametralmente oposta à dos governos esquerdistas do PSDB e PT — muita coisa se tem movido no sentido de uma virada contra-revolucionária, que incluirá necessariamente o resgate da dignidade dos brasileiros indígenas.
Para isso, eles deverão ser ajudados a ascender, na prática, à condição de cidadania vigente no sistema jurídico legal do País, deixando de ser objeto da tutela do Estado e ter claramente definida sua condição de cidadãos brasileiros, portanto de pessoas no pleno gozo de seus direitos constitucionais.
Nesse sentido, nosso artigo anterior sobre os Parecis, no Mato Grosso, procurou mostrar um caso em que a questão indígena vem mudando radicalmente, e, no mais das vezes, por iniciativa dos próprios índios. Eles demonstram não suportar mais o jugo de instituições estatais, Ongs e organizações religiosas como o CIMI.
E surge agora a Rede Eclesial Panamazônica – REPAM, responsável pela preparação do Sínodo a ser realizado em Roma no próximo mês de outubro… Não nos iludamos. Todos esses agentes procuram manter os brasileiros indígenas numa espécie de jardim zoológico, para assim serem mostrados ao mundo como demonstração de zelo por sua “preservação”. Aliás, este desiderato cumpre o ideal comuno-missionário para o Brasil, conforme previsto por Plinio Corrêa de Oliveira em 1977, em sua obra Tribalismo Indígena – Ideal comuno-missionário para o Brasil no século XXI.
Apostolado e epopeia dos santos missionários
Apostolado e epopeia dos santos missionários
9 de setembro de 2019Sem comentários
Em São Vicente (SP), o Pe. Manuel da Nóbrega, abençoando as tropas que, sob o comando de Estácio de Sá, partiam para expulsar os invasores franceses do Rio de Janeiro. A seus pés, ajoelhado, vemos o Pe. Anchieta. Pintura de Benedito Calixto, Palácio São Joaquim (RJ).
Representação nas selvas brasileiras dos milagres de São Francisco de Assis
Nóbrega e Anchieta foram grandes heróis da fé católica. A esses santos missionários muitíssimo devemos pelo fato de terem impulsionado o processo civilizatório que resultou na grandeza do Brasil. Entretanto, eles foram, por assim dizer, “excomungados” pelos neo-missionários da eco-teologia progressista. A nova missiologia condena o fabuloso apostolado — para catequizar, civilizar e salvar os indígenas da barbárie — exercido por tantos santos missionários que sacrificaram suas vidas no interior de nossas selvas. Em homenagem à inestimável epopeia desses heróis nacionais, segue um comentário de Plinio Corrêa de Oliveira, publicado num artigo para “O Século”, do Rio de Janeiro, em 4 de setembro de 1932.
Se pudéssemos recorrer a uma comparação profana, para dar ideia da importância de Anchieta em nossa história, diríamos que ele foi para o Brasil o que Licurgo foi para Esparta, e Rômulo para Roma. Isto é, um desses heróis fabulosos que se encontram nas origens de algumas grandes nacionalidades, a levantar os primeiros muros, edificar as primeiras construções e organizar as primeiras instituições.
Sua figura, de uma rutilante beleza moral, se ergue nas nascentes da Nação brasileira, construindo seu primeiro hospital e seu primeiro grupo escolar, redigindo nas praias do oceano os primeiros versos compostos em plagas brasileiras.
Anchieta foi simultaneamente nosso primeiro mestre-escola, nosso primeiro fundador de obras pias e o patriarca de nossa literatura, “o mais antigo vulto da literatura brasileira”, como o chamava Silvio Romero.
Acima dessa tríplice coroa fulgura ainda o diadema de uma virtude que fez reproduzirem-se em selvas brasileiras os milagres do Poverello de Assis, cuja simples presença amansava feras e atraía os passarinhos, nas florestas densas da Úmbria.
6 de septiembre de 2019
Quem avisa, amigo é
Quem avisa, amigo é
6 de setembro de 2019Sem comentários

AWharton Business School da Universidade da Pensilvânia [foto], fundada em 1881, é tida como a escola de negócios mais antiga do mundo. Seu prestígio não vem só daí; ainda hoje é dos mais importantes centros mundiais de ensino de negócios, buscado por alunos brilhantes do mundo inteiro. Da lista de 400 bilionários de 2018 da revista Forbes 19 tinham estudado na Wharton, 13 em Yale, 12 em Stanford, 12 na Southern Califórnia e 10 em Harvard. Um dos antigos alunos da Wharton é Donald Trump.
Seu reitor Geoffrey Garrett, no posto desde 2014, por óbvio é figura luminar do mundo acadêmico e empresarial. Estando no Brasil por uns dias ao “Estado de S. Paulo” fez declarações de enorme importância: “Sempre fomos conhecidos como uma das melhores escolas de finanças do mundo. Agora temos uma veia de big data”.
Finanças e big data são as atuais duas linhas principais da Wharton. Big data, sabe-se, são zilhões de informação trabalhados com tecnologia de ponta. Permitem entrar nos gostos, costumes, inclinações, posições, dados sensíveis do cidadão privado e a orientação de governos. Poderosíssimo instrumento de controle, virou objeto de preocupação de governos e instituições de estudo. A liberdade do particular e a soberania do Estado estão em jogo.

Ou, por outra, essa guerra comercial não envolve apenas comércio. Vai além. Segurança nacional tem relação próxima com independência, soberania, interesses estratégicos. No verso da moeda, com dependência, protetorado, colonização. E não só dos Estados Unidos. Continua Geoffrey Garret: “Há um ponto sério que pouca gente discute. Xi Jinping, presidente chinês, já disse a toda empresa privada que, se o governo chinês quiser ter acesso a dados dos usuários, ele deverá ser concedido”.
De outro modo, o governo chinês (e o Partido Comunista Chinês, para ser mais claro) aqui têm franqueza brutal, para não deixar dúvida. Se os dados forem requeridos, é preciso entregá-los. Qualquer dado, de qualquer usuário de empresas privadas chinesas potencialmente pertencem ao governo chinês. Usará deles, se necessário.
Tal declaração, dada em solo brasileiro, tem enorme relevância para o Brasil e para cada um de seus habitantes. A empresa chinesa Huawei, com apoio de parlamentares até de direita, vem tentando instalar no Brasil gigantescos equipamentos de estrutura de comunicações e vigilância. Obterá dados de praticamente todos os brasileiros. Estarão à disposição do governo chinês, é o presidente da China que garante.
Autoridades do governo brasileiro, entre as quais o vice-presidente general Hamilton Mourão, declararam que o Brasil não impedirá a empresa chinesa de operar e implantar a tecnologia 5G: “A Huawei vem sendo acusada de repassar os dados que ela tem ao governo chinês. Conversei com ele [RenZhengfei, presidente-executivo da Huawei] que tem que criar um clima de confiança. Enquanto houver esse clima de confiança não tem problema nenhum. O Brasil não tem nenhum plano (de restringir as atividades da empresa)”. O general Hamilton Mourão ressaltou que só quatro empresas no mundo dominam a tecnologia do 5G, duas finlandesas e duas chinesas, a Huawei entre elas.
Aqui está a exigência brasileira: manter clima de confiança. Com clima de confiança, a Huawei pode agir à vontade. Haverá leilão em 2020 para a frequência 5G.
Os Estados Unidos acham que clima de confiança é insuficiente. Não querem correr riscos e para tal ouvem especialistas. E se os argumentos são convincentes, seguem as recomendações. Na prática, estão temerosos, tomaram medidas. Colocaram a empresa na lista negra do governo americano por ameaçar a segurança dos Estados Unidos, o que a impedirá de fazer negócios com corporações norte-americanas.
Artigo circunstanciado do “Financial Times” de 9 de junho último assinado por três correspondentes (Jude Webber – Cidade do México, AndresSchipani – São Paulo, Benedict Mander – Buenos Aires) mostra que o problema é muito maior. Brasil, Argentina, Chile, México e Cuba não pretendem tomar medidas contra a Huawei. A situação ficará mais cômoda para a empresa chinesa se a chapa de esquerda Alberto Hernández – Cristina Kirchner vencer as eleições em 27 de outubro.
O estudo dos três correspondentes é longo e bem fundamentado. Não tenho espaço para resumi-lo aqui. Só transcrevo declarações do chanceler de Cuba, Bruno Rodriguez Parrilla: “Temos laços comerciais tradicionais com a Huawei e Cuba tem confiança inteira na tecnologia chinesa e nessa empresa em particular”. Os Estados Unidos estão perdendo “a guerra tecnológica”.
A posição brasileira tem relação com as vendas de produtos agrícolas para a China. Tem ainda relação com o desejo de ter investimentos chineses no Brasil (na prática, de estatais chinesas). E ainda com que a tecnologia chinesa é a mais avançada e mais barata, afirmam os três jornalistas do “Financial Times”. Ninguém se iluda, já é o garrote chinês apertando nosso pescoço.
O recente acordo da União Europeia como Mercosul, se bem implementado, levará ar aos pulmões do Brasil. Ficaremos um pouco menos dependentes e um pouco mais senhores de nossa soberania, cada vez mais formal e menos real, se trilharmos caminho em que já andamos um tanto. É notícia alvissareira num quadro que preocupa há muito tempo e começa a alarmar. A advertência de Geoffrey Garrett foi de amigo, ficou credor de nossa gratidão. Quem avisa, amigo é.
4 de septiembre de 2019
Alerta contra o Sínodo Pan-Amazônico
Alerta contra o Sínodo Pan-Amazônico
4 de setembro de 2019Sem comentários
NÃO à internacionalização da Amazônia!
Tendo em vista as gravíssimas consequências que o anunciado Sínodo da Amazônia poderá trazer para a Igreja e o Brasil, com repercussões no mundo inteiro, Catolicismo oferece a seus leitores uma edição exclusivamente relacionada com os temas a serem abordados nessa assembleia, que se reunirá no Vaticano em outubro próximo.
A temática do Sínodo inclui uma espécie de eco-tribalismo, além de reformas drásticas na disciplina eclesiástica tradicional.
Não é raro os movimentos esquerdistas difundirem notícias falsas e fantasiosas sobre a situação dos índios da Amazônia, por isso a revista Catolicismo pediu a dois de nossos colaboradores, Paulo Henrique Chaves e Nelson Ramos Barretto, que se embrenhassem naquela vastíssima região, a fim de preparar uma reportagem a respeito de nossos irmãos silvícolas.
Os depoimentos abundantes que os dois eficientes jornalistas apuraram falam por si, convencem-nos da situação real e dos verdadeiros anseios dos nossos silvícolas, habitualmente distorcidos pela mídia esquerdista, pela “esquerda católica” e por certas ONGs, que parecem desejar o pior para o Brasil e os brasileiros.
Os leitores enriquecerão seus conhecimentos sobre nossa Pátria, acompanhando as entrevistas com indígenas e suas lideranças, onde são abordadas situações cruciais, pouquíssimo difundidas. Por exemplo, a dos índios Parecis, que não desejam a estagnação em seus costumes selvagens, mas querem progredir, indo na contramão da “Teologia da Libertação”.
Os neomissionários, ditos progressistas, pregam uma nova teologia indigenista, defendem doutrinas ecológicas primitivistas e se opõem ao desenvolvimento espiritual e material dos silvícolas. Na verdade, não fazem “opção preferencial pelos pobres”, mas uma “opção preferencial pela pobreza”. Não atuam para retirá-los da miséria, mas para mantê-los “engessados” num estado comuno-tribal, pré-histórico.
Recentemente, a mídia difundiu também a delirante ideia de uma invasão do Brasil, com o objetivo de tomar a Amazônia a fim de “salvá-la” — uma alucinação de proporções amazônicas… Ante tais objetivos, a imensa maioria dos brasileiros diz NÃO à internacionalização da Amazônia!
Entre as várias temáticas da edição deste mês da revista Catolicismo, chama especialmente a atenção do leitor os comentários do Dr. Adolpho Lindenberg [p. 24], presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, lembrando de um lado a especial predileção da Santíssima Virgem pelos índios, manifestada em diversas aparições para livrá-los do paganismo e convertê-los à fé católica; e de outro a existência, na agenda do movimento ecologista, de um projeto para uma nova religião panteísta e uma nova revolução cultural.
Sob o pretexto de identificar Deus com a natureza, os ecologistas radicais, com sua concepção marxista, fingem ignorar os maravilhosos planos divinos para a Criação.
_______________
Para fazer uma assinatura da revista Catolicismo, envie um e-mail para catolicismo@terra.com.br
Suscribirse a:
Entradas (Atom)