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30 de julio de 2019

LOBOS


lunes, 29 de julio de 2019


LOBOS – 30/07/2019

En el siglo XIX Alemania masacró hasta la extinción su población de lobos y por eso, en 2001, el país celebró el nacimiento de la primera camada de lobos en el país desde hacía más de un siglo. Pero en solo 18 años se han multiplicado hasta registrarse 73 manadas que se expanden sobre todo en zonas de entrenamiento militar, en las que la caza está supervisada directamente por las autoridades federales.

Los estragos que están causando en las explotaciones ganaderas próximas a estas zonas, a las que acuden en expediciones de caza y destrucción, ha llevado al Ministerio de Agricultura a presentar una nueva normativa que permitirá abatir más fácilmente a los lobos.

La nueva regulación permitirá separar de manera legal a un lobo individual de su manada y cazarlos para evitar daños adicionales a los ya existentes, tanto para los propietarios de ganado como de otros animales. De lo contrario existe el peligro de que haya que interrumpir la cría de ganado en ciertas regiones y que ya no sea posible el pastoreo de ovejas.

En comisiones parlamentarias especiales y también entre varios ministerios se han discutido intensamente estas nuevas medidas para la protección del rebaño. El hecho de que el lobo regresara a Alemania es bienvenido, pero el aumento de la población de lobos y los crecientes ataques a las ganaderías justifican la nueva regulación. Esta norma permite disparar a los lobos sin cumplir demasiados requisitos.

Deben tomarse urgentemente más medidas, es necesario un límite numérico nacional, que también debe ser organizado y respetado a nivel regional. En determinadas regiones deben impedirse las manadas de lobos en razón del número de habitantes y del turismo o para asegurar la tenencia de animales de pastoreo y la actividad económica relacionada con el turismo.

Solamente con la construcción de vallas y otras medidas de obstrucción para proteger al ganado no se puede lograr la coexistencia de lobos con ovejas, cabras, vacas, y caballos en los pastizales.

En el caso de Noruega, Finlandia, Suecia o Rumanía, se permite también la caza de lobo debido a las necesidades de los ganaderos y porque el lobo ha dejado de ser considerado una especie en peligro de extinción.

Según los cálculos del ministerio, más de 600 lobos recorren en la actualidad el cinturón del norte desde la frontera con Polonia y la República Checa hasta la frontera holandesa. Solamente en 2016, los lobos mataron a más de 1.000 animales de granja y los granjeros se quejan de que sus crías son masivamente destrozadas por las manadas.

https://www.abc.es/sociedad/abci-alemania-facilita-caza-lobo-201903050203

 NACHO ALDAY

26 de marzo de 2019

O Sínodo da Amazônia a caminho do socialismo ecológico Partilhar

Agência Boa Imprensa – ABIM

O Sínodo da Amazônia a caminho do socialismo ecológico

No centro, o cardeal Cláudio Hummes, que tem alardeado o "Sínodo para a Amazônia".

No centro, o cardeal Cláudio Hummes, presidente da Rede Eclesial Pan-Amazônica, que tem alardeado o “Sínodo para a Amazônia”.
Mathias von Gersdorff
Já se suspeitava que o Sínodo da Amazônia ia virar um festival progressista. Sua palavra-chave: “a abolição do celibato”, por razões pseudo-pastorais. Mas faltavam ainda provas concretas, que agora começam a aparecer gradualmente, para documentar essa suspeita.
Georgetown, a Universidade dos jesuítas em Washington, conhecida por suas extravagantes experiências teológicas, está promovendo um simpósio para preparar o Sínodo da Amazônia.
A esse respeito, relata a Agência de Notícias Católica (KNA): “Adveniat, organização de ajuda à América Latina,manifestou-se a favor de objetivos claros. ‘A proteção abrangente dos pobres marginalizados e da criação ferida tem prioridade absoluta’, declarou seu presidente-executivo Michael Heinz”.
Concretamente isso significa que objetivos supostamente pastorais estão sendo empacotados em um programa para proteger a “classe social marginalizada” e proteger uma “criação” supostamente “ferida.”
Para o leitor pode parecer estranha essa ligação. No entanto, tal conexão é bastante comum nos círculos católicos reformistas na América Latina. Trata-se de uma evolução da “Teologia da Libertação” clássica (adoção do método da luta de classes para objetivos comunistas sob o disfarce da religião católica) no sentido de uma fusão com o ecologismo neo-pagão e socialista.
Especialmente na América Latina, essas duas correntes socialistas entraram em uma aliança nos últimos 30 anos (reforçada ainda mais depois da condenação da “Teologia da Libertação” em 1984 pelo Cardeal Ratzinger): não apenas o assim chamado proletariado, que seria explorado pela economia de mercado, mas também o meio ambiente. Após sua condenação pela Congregação para a Doutrina da Fé, a “Teologia da Libertação” se escondeu sob o manto da proteção ambiental. Mas sempre manteve em vista seu velho objetivo: a construção de uma sociedade socialista, camuflada de aparencias católicas.
A superação dessa “exploração” dá-se, segundo o entendimento dos progressistas, através da abolição da propriedade privada e pela introdução de um sistema marxista. Tal sociedade reconduzirá os homens ao seu “estado primordial”, onde de fato viverão primitivamente e sem qualquer civilização, mas em harmonia com a natureza. No fundo, para uma espécie de religião da natureza com pintura católica.
É óbvio que nisso estão sendo perseguidos objetivos políticos marxistas sob o manto “católico”.
Mas a revolução marxista pode ser ainda proclamada de modo muito mais universal. Por que deveria ser aplicada apenas aos moradores da Amazônia? A esse respeito a Agência de Notícias Católica (KNA) cita Thomas Wieland, que participa em nome da Adveniat no simpósio em Washington: “Os direitos dos povos indígenas veem sendo regularmente espezinhados quando se retira petróleo da Amazônia para nossos carros, quando se extrai carvão para nossas usinas ou quando o gado é engordado para saciar a nossa fome de carne”.
Aqui aparecem nitidamente as clássicas associações de ideias socialistas-populistas, segundo as quais o Sul pobre é explorado pelo Norte rico. Um clássico clichê socialista dos anos 1960 e 1970.
A verdade é bem diferente: graças às reformas de livre mercado (copiadas dos países do “Norte”) e aos investimentos do “odiado Norte”, os países latino-americanos acertaram o passo econômica e tecnologicamente com os países industrializados. Isso aconteceu através da aproximação econômica com países capitalistas como os Estados Unidos, Alemanha e Japão.
Enquanto os países da América Latina estiveram na periferia de ditaduras comunistas, como a União Soviética ou Cuba, permaneceram subdesenvolvidos e alcançavam taxas mínimas de crescimento. Isto é especialmente verdadeiro para os países da bacia amazônica.
Foi apenas através das reformas da economia de mercado nos anos 80 e 90 que os pobres foram capazes de ascender em massa à classe média. Os progressistas nunca mencionam isso na Europa,porque querem cultivar a imagem de uma América Latina subdesenvolvida e pobre.
O cardeal Reinhard Marx também falará em Berkeley. A respeito dele escreve a KNA: “O cardeal Reinhard Marx, presidente da Conferência Episcopal Alemã, sublinhou a importância política do Sínodo da Amazônia no outono.”
Com isso, por assim dizer, o “gato saiu fora do saco”. Tudo gira sobretudo em torno de política e, de fato, política socialista. Não se trata da conversão dos povos à Igreja Católica ou da difusão da fé católica na Amazônia.
Não, trata-se no Sínodo da Amazônia da criação de um novo paradigma socialista, ecológico e antieuropeu: uma igreja primitiva na selva como modelo para a Igreja universal. E um abandono do ideal beneditino de Igreja, que sempre ligava a promoção da fé católica à promoção do progresso civilizatório da humanidade.
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Tradução do original alemão por Renato Murta de Vasconcelos

14 de mayo de 2018

Verde: a cor nova do comunismo: As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (2)

Verde: a cor nova do comunismo: As raízes anti-humanas 

do movimento ambientalista (2)


Posted: 13 May 2018 01:30 AM PDT
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Os nazistas foram pioneiros


Sempre soubemos que, em termos econômicos, os nazistas eram esquerdistas (Nazi vem de Nationalsozialismus ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães), mas hoje - graças aos estudos de Robert N. Proctor, que os compilou em seu livro Racial Hygiene: Medicine Under the Nazis (Higiene Racial: a Medicina dos Nazistas) - sabemos que eles eram fanáticos por saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco.

Como os ambientalistas de hoje, que colocam qualquer percevejo ou erva daninha acima dos seres humanos, os nazistas eram ardorosos conservacionistas. Eles implantaram uma série de leis com o objetivo de proteger “a natureza e seus animais”, especialmente as plantas e os animais “ameaçados”.

Os nazistas proibiram pesquisas médicas com animais, e o simpático Hermann Göring ameaçou “deportar para um campo de concentração” qualquer um que se atrevesse a desobedecer à lei.

Ele encarcerou um pescador por seis meses apenas porque este cortou a cabeça de um sapo - que seria utilizado como isca - quando o batráquio ainda estava vivo. A revista alemã de humor Simplicissimus publicou um desenho no qual um pelotão de sapos fazia a saudação nazista para Göring.

Como crentes da “medicina orgânica”, os nazistas conclamaram o povo alemão a comer apenas frutas e vegetais crus, uma vez que a conservação, esterilização e pasteurização dos alimentos significavam sua “alienação da natureza”.

Eles odiavam até mesmo o pão branco.

“Em 1935, o Führer da Saúde, Gerhard Wagner, empreendeu uma luta contra a recente mudança de hábito, que havia abandonado o pão integral natural em prol do pão branco altamente refinado”, diz Proctor.

Denunciando o pão branco como sendo um “produto químico”, Wagner fez relacionou a “questão do pão” a uma “ampla necessidade de retornarmos a uma dieta com menos carne e gordura, mais frutas e vegetais, e mais pão integral”.

Em 1935, Wagner criou o Comitê do Pão Integral do Reich, cujo objetivo era pressionar as padarias a não mais produzirem pão branco; e Goebbels criou cartazes propagandísticos relacionando o arianismo ao pão integral.

Em 1935, apenas 1% das padarias alemãs vendia alimentos naturais. Já em 1943, esse percentual era de 23%.

'O verde e o pardo - Uma história da convergência do ambientalismo e do nazismo'
'O verde e o pardo - Uma história
da convergência do ambientalismo e do nazismo'
Os nazistas também eram rigorosamente anti-pesticidas, sendo que o médico pessoal de Hitler, Theodore Morell, declarou que o DDT (DicloroDifenilTricloroetano) era “inútil e perigoso”. Ele proibiu sua comercialização.

Os nazistas financiaram várias pesquisas sobre os perigos ambientais da radiação de fundo (radiação fraca existente em todo planeta terra), do chumbo, do asbesto e do mercúrio.

Fizeram campanha contra os corantes alimentares e os conservantes, e exigiram mais uso de “farmacêuticos orgânicos, cosméticos orgânicos, fertilizantes orgânicos e alimentos orgânicos”.

Os jornais do governo apontavam a carne vermelha e os conservantes químicos como os culpados pelo câncer.

Bebidas alcoólicas eram diligentemente desestimuladas, e havia severas penalidades para quem fosse pego dirigindo embriagado.

A polícia, pela primeira vez, ganhou poderes para fazer testes sanguíneos obrigatórios para conferir o nível de álcool no sangue das pessoas.

Hitler, um vegetariano fanático e entusiasta dos alimentos naturais, era também um abstêmio. Heinrich Himmler compartilhava do ódio de Hitler por álcool, e ordenou que a SS promovesse a produção de sucos de frutas e água mineral como substitutos.

Entretanto, o principal ódio de Hitler era dirigido ao cigarro, e ele não tolerava que absolutamente ninguém fumasse em sua presença.

Quando o estado da Saxônia criou o Instituto para a Luta contra o Tabaco na Universidade de Jena em 1942, ele doou 100.000 RM (Reichsmark) de seu próprio dinheiro. Ele também proibiu o fumo nos trens e ônibus das cidades.

Os nazistas acreditavam apenas em parto natural, obstetrícia e amamentação, e as mulheres que amamentassem seus filhos, ao invés de utilizarem “fórmulas artificiais”, recebiam subsídios do estado. Já em meados da década de 1930, os nazistas haviam proibido partos assistidos por médicos. Apenas parteiras podiam realizar o serviço.

Os nazistas também promoviam a fitoterapia, e as fazendas da SS em Dachau foram rotuladas como “o maior instituto de pesquisa de plantas medicinais da Europa”.

Não é de se estranhar que nossos eco-esquerdistas possuam aquele brilho faiscante em seus olhos. De agora em diante, vou checar se eles usam braçadeiras também.

A questão do lixo


Se reciclagem fizesse sentido — economicamente, e não como um sacramento para a adoração de Gaia —, estaríamos sendo pagos para tal.

Quando visto sob a devida perspectiva, os problemas que enfrentamos hoje em relação ao lixo não são piores do que foram no passado.

O lixo sempre foi um problema durante toda a história humana. A única diferença é que, hoje, temos métodos seguros para lidar com ele — caso os ambientalistas nos permitam.

Dizem, por exemplo, que devemos separar jornais para a reciclagem. E a ideia de fato parece fazer sentido. Afinal, jornais velhos (isto é, com mais de meia hora de impressão) podem ser transformados em caixas, folhas de fibra, revestimento de parede e material isolante. O problema é que o mercado está inundado de papel de jornal, graças também aos programas e às propagandas governamentais.

Um caso clássico ocorreu em Nova Jersey, no início da década de 1990. Por causa do excesso de oferta, o preço dos jornais usados, que estava em US$ 40 a tonelada, despencou para menos US$ 25 a tonelada. Ou seja: antes, os empreendedores do lixo estavam dispostos a pagar ($40) por jornal velho. Depois, eles passaram a cobrar ($25) para levar o entulho.

Se for economicamente eficiente reciclar — e jamais poderemos saber ao certo enquanto o governo estiver envolvido —, então o lixo inevitavelmente terá um preço de mercado. É apenas por meio de um livre sistema de preços, como Ludwig von Mises demonstrou há 90 anos, que podemos saber ao certo o valor de bens e serviços.

O homem das cavernas tinha problemas com o lixo, e o mesmo problema acometerá nossos descendentes. E tal ciclo perpetuar-se-á enquanto a civilização humana existir. E o governo não possui a solução para o problema.

Um sistema estatizado de coleta de lixo é inerentemente ineficiente, como podemos comprovar diariamente. O lixo pode até ser coletado, mas sua destinação certamente não será a mais “ambientalmente saudável”. Um sistema socialista de coleta de lixo funciona exatamente como a economia da Coreia do Norte.

Apenas o livre mercado pode solucionar o problema do lixo, e isso significa abolir não apenas o sistema socialista de gerência do lixo, mas também aquele sistema corporativista (fascista) relativamente mais eficiente que várias prefeituras costumam adotar, no qual uma empresa com boas conexões políticas vence a licitação.

A solução é privatizar e desregulamentar tudo, desde a coleta até os aterros sanitários. Dessa forma, cada um pagará a fatia apropriada dos custos. Alguns tipos de lixo serão levados mediante uma taxa, outros serão levados de graça e vários outros poderão inclusive ser vendidos para os coletores. A reciclagem seria baseada no cálculo econômico, e não no decreto governamental.

Coleta e manuseio de lixo é um serviço como qualquer outro. Se é verdade que todo mundo quer ter seu lixo removido e tratado, então há uma demanda de mercado para tal serviço.

Há dinheiro a ser feito nessa área. Caso não houvesse tal interesse, não haveria tantos “coletores ilegais” como vemos hoje. Com efeito, a única coisa que impede a concorrência no mercado do lixo é exatamente o fato de o estado ter tornado tal atividade ilegal.

Se o mercado estivesse no comando, a produção excessiva de lixo não seria vista como um problema — como vê o governo —, mas como uma oportunidade. Empreendedores estariam se atropelando para satisfazer a demanda por coleta, assim como acontece em todos os outros setores que são controlados pelo mercado.

Será que os fabricantes de sapatos veem um aumento na demanda por calçados como um problema? As redes de fast food veem os glutões como uma terrível ameaça? Pelo contrário, esses são encarados como oportunidades de lucros. Da mesmo forma, é muito provável até que o sistema de coleta fosse feito da maneira mais confortável possível para nós, os clientes.

A escolha é sempre a mesma: ou se coloca os consumidores no comando, dando espaço para a propriedade privada e para o livre sistema de preços, ou cria-se um fiasco por meio da gerência governamental. Sob esse sistema de livre concorrência, até eu vou começar a separar meu lixo.

17 de agosto de 2017

“Mínimo solar” pode trazer surpresas para a atividade humana

Verde: a cor nova do comunismo: “Mínimo solar” pode trazer surpresas para a atividade humana