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5 de septiembre de 2018

ANTIGUO ROLLO DE TORÁ SE SALVA DEL INCENDIO EN MUSEO DE BRASIL

Antiguo rollo de Torá se salva del incendio en museo de Brasil

ANTIGUO ROLLO DE TORÁ SE SALVA DEL INCENDIO EN MUSEO DE BRASIL

(JTA) — Un antiguo rollo de la Torá que un día fue propiedad de un emperador brasileño, había sido retirado del Museo Nacional de Brasil para su restauración antes del incendio masivo del domingo que abrasó el edificio en Río de Janeiro.

Marcus M. Gilban
A diferencia de otros tesoros irremplazables, el rollo de Torá yemenita del siglo XIII que una vez perteneció al emperador Pedro II está a salvo en otro edificio que pertenece al Museo Nacional. Se espera que la Federación Judía en Río de Janeiro haga pronto un anuncio sobre el rollo judío.

“Lamentamos profundamente la pérdida de este tesoro colosal en la historia de Brasil”, dijo el cónsul honorario de Israel en Río, Osias Wurman, sobre el edificio en una entrevista con JTA.

“La única compensación fue saber que la Torá de Pedro II está segura, ya que estaba ubicada en otro edificio del museo. Esta Torá es evidencia de la admiración que el monarca portugués tenía por el pueblo judío y por sus tradiciones. Esto era muy raro en Europa”.

El Museo Nacional albergaba la colección más grande de artefactos históricos de América Latina con más de 20 millones de artículos, incluidos extensos especímenes paleontológicos, antropológicos y biológicos.

Era el hogar de un esqueleto de dinosaurio de 12 metros de largo, una momia egipcia y un cráneo llamado Luzia que estaba entre los fósiles más antiguos jamás encontrados en las Américas, que fueron todos quemados por el fuego. El meteorito más grande jamás descubierto en Brasil sobrevivió a las llamas.

Establecido en 1818, el edificio del Museo fue una vez el hogar de la familia real portuguesa después de que huyó de las tropas de Napoleón y navegó desde Portugal hacia Brasil. Más tarde fue el hogar de la Familia Imperial brasileña hasta 1889. Pedro II, el último monarca del país, nació allí en 1825.

Para muchos en Brasil, el pobre estado del museo de historia natural de 200 años de antigüedad se convirtió rápidamente en una metáfora de lo que ellos ven como el destripamiento de la cultura y la vida brasileña después de años de corrupción, colapso económico y gobiernos ineptos.

La causa del incendio aún es desconocida. Manifestantes y directivos del Museo dijeron que años de negligencia gubernamental lo habían dejado tan poco financiado que su personal había recurrido a sitios de financiamiento colectivo para abrir exhibiciones.

La institución había obtenido recientemente la aprobación de casi 5 millones para una renovación planificada, incluida una actualización del sistema para prevención de incendios. Los bomberos usaron camiones para recoger agua de un lago cercano porque los hidrantes no funcionaban.

El emperador Pedro II era el nieto del rey portugués Dom Joao VI. Estableció una reputación como un vigoroso patrocinador del aprendizaje, la cultura y las ciencias. La pasión por la lingüística lo motivó durante toda su vida a estudiar nuevos idiomas, y pudo hablar y escribir no sólo en portugués, sino también en otros 13 idiomas, incluido el hebreo.

En mayo, un sefer haftarah, o lecturas de los libros de los profetas que se leen en Shabat después de la lectura de la Torá, fue confiscado a criminales durante una redada policiaca en un barrio marginal de Río de Janeiro y devuelto a la comunidad judía.

De la traducción (c)Enlace Judío México

4 de septiembre de 2018

PALÁCIO DE SÃO CRISTÓVÃO — Declaração do Chefe da Casa Imperial do Brasil

Agência Boa Imprensa – ABIM

PALÁCIO DE SÃO CRISTÓVÃO — Declaração do Chefe da Casa Imperial do Brasil

Museu Nacional
O Domingo, dia 2 de setembro, ia declinando, quando o País foi surpreendido por um incêndio catastrófico que não colheu vidas, mas que incinerou, em suas chamas inclementes, memórias e documentos históricos, muitos deles preciosos e únicos.
As imagens do Paço de São Cristóvão, na beleza de seus traços arquitetônicos, envolvido pela luz avermelhada das chamas e da fumaça resultante dos preciosos objetos consumidos pelo fogo, era uma imagem simbólica. Um símbolo acabado dessa imensa destruição que políticos, homens públicos, intelectuais e outros vêm empreendendo, há décadas, contra o edifício da brasilidade.
Naquele Palácio, há precisamente 196 anos, no dia 2 de setembro de 1822, a Imperatriz D. Leopoldina, reunido o Conselho de Estado, assinava como Regente o decreto de Independência do Brasil.
Aquele edifício, além de ter albergado os monarcas, desde que aqui aportou a corte portuguesa e para cá transferiu a capital do Império luso, era um testemunho de inúmeros momentos decisivos de nossa História.
Eu, enquanto Chefe da Casa Imperial do Brasil, meus irmãos e sobrinhos, temos recebido inúmeras manifestações de dôr e de pesar, de consternação e de inconformidade, de brasileiros estupefatos com os rumos dramáticos para os quais está sendo dirigido o País, rumos em meio aos quais o incêndio do Museu é um evento doloroso.
Tenho profunda convicção de que Deus rege os destinos da História dos povos. Muitas vezes permite Ele infortúnios que nos servem de alerta, nos despertam do letargo, nos chamam à emenda de nossos passos e nos convocam à ação.
A Terra de Santa Cruz foi atingida no seu coração. As cinzas desse desastre não são um acontecimento isolado, mas um dos ápices de uma obra demolidora, empreendida por ideologias funestas e alienígenas, de vozes enganadoras que disseminam sentimentos de discórdia e de convulsão. Vozes e ideologias que malsinam a hora em que as naus com a Cruz de Cristo abordaram nosso litoral, trazendo com os missionários as bênçãos, as promessas e as riquezas espirituais e culturais da Civilização Cristã.
Estou persuadido de que nosso povo, altaneiro, religioso e bom, nada tem de comum com estes enganos que de todas as partes se levantam.
Como legítimo descendente dos monarcas, que regeram nossos destinos enquanto povo, apelo aqui a todos os brasileiros de boa vontade, monarquistas ou não, que vencida a inércia, cortem o passo ao perigo que nos ronda, de modo que o Brasil possa continuar sua trajetória histórica, com energias vivificadas, sem conhecer as discórdias, as agitações e os morticínios em que foram submergidas tantas nações, e das quais o macabro incêndio do Palácio de São Cristóvão parecia ser uma imagem.
Dom Luiz
Rogo a Nossa Senhora Aparecida que abençoe e proteja sempre nosso povo e nossa Nação.
São Paulo, 3 de setembro de 2018
Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil

1 de marzo de 2018

FOTOS. O Rio de Janeiro em 30 imagens de tirar o fôlego

O Rio de Janeiro em 30 imagens de tirar o fôlego
Slide 1 de 30: O Rio de Janeiro em 30 imagens e tirar o fôlego


A cidade maravilhosa completa 453 anos nesta quinta-feira (1 de março). Existe melhor maneira de celebrar do que nos deslumbrando com as belezas infinitas do Rio de Janeiro? Confira as 30 fotos mais bonitas da cidade
(Foto) Vista aérea do Rio de Janeiro, com o Pão de Açúcar e a Baía de Guanabara ao fundo

8 de febrero de 2018

Conheça as 10 praias mais belas e paradisíacas do litoral do Rio de Janeiro

O terceiro estado mais populoso do país é também mundialmente conhecido pelas suas belíssimas praias! Da capital, apelidada de "Cidade Maravilhosa", até a Região dos Lagos, que conta com águas tão translúcidas que remetem ao Caribe, o Rio de Janeiro oferece uma variedade de paisagens paradisíacas para encantar qualquer visitante. Deu vontade de viajar? Conheça as 10 praias mais belas e paradisíacas do litoral do Rio de Janeiro e prepare o roteiro: *Clique nas imagens para abrir a nossa galeria
Praia de Ipanema, Rio de Janeiro (RJ)
A Praia de Ipanema, que foi imortalizada pela famosa música de Vinícius de Moraes e Tom Jobim, não poderia ficar de fora dessa lista. Localizada na Zona Sul da capital carioca, é dessa praia que se tem a famosa paisagem com o Morro Dois Irmãos ao fundo (foto). Além de receber banhistas em seus 2,6 km de extensão, também é procurada para a prática de esportes, como o skimboard surf, vôlei, futebol e futevôlei.