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20 de marzo de 2019

GENERALES

miércoles, 20 de marzo de 2019


NACHO ALDAY  - GENERALES – 20/03/2019

Siguiendo la estela del presidente Bolsonaro en Brasil que ha colocado a 7 militares en su Gobierno, en España 4 generales, Asarta, en la fotografía, Rosety, Mestre y Coll se incorporan al banderín de enganche de la zona nacional liderada por el Partido Vox para defender la bandera española, con todo lo que representa, en las próximas elecciones generales del mes que viene. Los dos primeros estaban entre los cientos de firmantes del manifiesto de la Asociación de Militares revindicando la figura del general Franco y su más que justificado alzamiento contra el comunismo en 1936 por estar en riesgo la supervivencia de la nación, cosa que se repite en la actualidad.

Desde otro extremo de la sociedad también hace gala de sentido común Bertrand, un camerunés experto en mantenimiento industrial, que se define como “un negro de derechas”. Para él no tiene sentido que un inmigrante vote a la izquierda ya que lo único que pretenden es aprovecharse de ellos. Defiende que España no es racista pero que hay que acabar con el efecto llamada. Es un drama pues en 2017 murieron en el mar más de 3.000 personas. Habló con un chico que vino en patera y quería retornar. Las mafias comercian con ellos metiéndoles en el mar muy precariamente y sin rumbo hasta que los detecte algún barco. Cuentan cómo se moría la gente en el camino y tenían que tirar los cuerpos por la borda. Es terrible, y eso hay que decirlo, porque después vienen aquí y nada es como les prometieron. Acaban malviviendo en las calles, sin futuro ni rumbo. Es muy duro. Otro inmigrante africano no podía conseguir papeles para quedarse y tampoco lograba regresar a su país de origen porque no tenía la documentación necesaria. Y así cientos están atrapados. La inmigración debe ser regulada. No podemos pedir a España que abra las fronteras sin más. Sería un caos absoluto. Y no es una cuestión de racismo. En Inglaterra hay españoles con problemas para sobrevivir y malviven también, y muchos se vuelven a pesar de ser blancos. No podemos decir que sea por racismo. Mi vida ha sido muy dura desde que llegué. No ha sido en absoluto un camino de rosas. Me casé con una española, tengo tres hijos, amo este país, su gente y su vida. Jamás me han rechazado por ser negro, ni en el trabajo ni en la calle. Yo me he integrado y me he adaptado. Los inmigrantes deben querer integrarse porque es otro país que les está acogiendo y tienen sus normas, como cualquier comunidad de vecinos. Haré todo lo que pueda por sacar adelante esta nación preciosa y solidaria de gente con un corazón inmenso. Si hay posibilidad de ayudar desde las filas de Vox, allí estaré. Sólo puedo decir que ¡Viva España y Viva el Rey!

1 de enero de 2019

Pedem a Bolsonaro revogar convite a Evo Morales

Pedem a Bolsonaro revogar convite a Evo Morales

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sáb, 29 de dez de 2018 15:30 (Há 3 dias)
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Carta aberta de Carlos Sánchez Berzaín ao Exmo. Presidente eleito Jair Bolsonaro pedindo revogar o convite de Evo Morales para sua investidura.

26 de dezembro de 2018

Exmo. Senhor
JAIR MESSIAS BOLSONARO
Presidente eleito da República Federativa do Brasil.

“Regimes que violam as liberdades do seu povo e atuam abertamente contra o futuro governo do Brasil por afinidade ideológica com o grupo derrotado nas eleições não estarão na posse presidencial em 2019.” (Jair M. Bolsonaro)

Senhor Presidente:

Tenho a honra de lhe dirigir. Para efeitos de pedir a gentileza de rever e revogar o convite ao Chefe do Estado Plurinacional da Bolívia para sua tomada de posse como Presidente da República Federativa do Brasil.

Estou motivado pelo precedente que os convites semelhantes foram retiradas aos governantes de Cuba, Venezuela e Nicarágua, e o regime da Bolívia incorre tão ou mais graves violações e age abertamente contra o Brasil e seu futuro governo. Como forma de lembrarsegue as seguintes observações;

1. Em relação à violação da liberdade do povo boliviano –em um apertado e incompleto resumo- Evo Morales lidera um regime de crime organizado:

1.1.- Extinguiu a Constituição do Estado através de falsificações e com ações de fato liquidou a República da Bolívia, suplantando-a com o Estado Plurinacional. Hoje em direitos humanos Bolívia utiliza a metodologia de controle político introduzida e controlada por Cuba e Venezuela. São violados os direitos humanos, não há separação e independência dos poderes, não há Estado de Direito, foi institucionalizada a perseguição política judicializando ela, consequentemente, hoje temos mais de cem presos políticos e mais de 1.200 refugiados políticos (a maioria desses refugiados no Brasil). Morales realizou mais de 20 massacres como em Porvenir, Hotel Las Américas, Cochabamba, La Calancha, com 89 assassinatos.

1.2.- Eleitos por um período de 5 anos sem direito a reeleição em janeiro do próximo ano irá completar 13 anos continuos como chefe de Estado com o título de presidente mais em exercício ditador. Para governar todo esse tempo, além dos crimes descritos na seção anterior, Morales pretende ser um candidato nas eleições de 2019 para sua prorrogação indefinida e ignorar o referendo que chamou em 21 de fevereiro de 2016 (21F), em que a Bolívia Ele disse NÃO para mais reeleições. Com decisão infame do Tribunal Constitucional, manipulações do Tribunal Supremo Eleitoral -tudo sob seu controle- Morales estra habilitado como um candidato. Hoje, na Bolívia, há mais de 200 cidadãos em greve de fome e mobilizações populares que exigem respeito pelo 21F.

1.3.- Tornou a Bolívia em um narco Estado, aumentando as plantações ilegais de coca de 3.000 hectares em 2003 para mais de 50.000 hectares, além de aumentar desnecessariamente a coca legal. Morales é o líder perpétuo dos sindicatos ilegais de coca no Trópico da Cochabamba (Chapare), que são sua base política e que virtualmente integraram a produção de coca à produção de drogas. O jornalista brasileiro Leonardo Coutinho em seu livro “Hugo Chávez ou Spectrum” documenta a “cocaína Airlift,” o tráfego oficial Bolívia-Venezuela e o “narcobolivarianismo”, que tem como uma de suas vítimas o Brasil.

1.4.- Na Embaixada do Brasil em La Paz O senador Roger Pinto Molina era um refugiado por 15 meses. O senador Roger Pinto, perseguido político do regime Morales emu ma ação humanitária do diplomata brasileiro Eduardo P. Saboia escapou para o Brasil, onde recebeu refugio político. Roger Pinto morreu no exílio em “acidente de aviação”, mas deixou clara a violação dos direitos humanos de Morales na Bolívia, mesmo contra um senador praticante.

2. Evo Morales também tem afinidade ideológica completa com o grupo derrotado nas eleições em que o povo do Brasil escolheu você. Como seu Presidente, faz parte do projeto transnacional “Fórum de São Paulo” factos em que eu permito algumas notas:

2.1.- Tudo mencionado no parágrafo anterior e mais tem sido feito e é realizada no âmbito do “Fórum de São Paulo” e eixo “Caracas-Havana” com o nome Alba, projeto bolivariano do socialismo do século XXI e agora simplesmente “castrochavismo”, controlou a América Latina até recentemente.

2.2.- Evo Morales humilhou as Forças Armadas da Nação alegou Bolívia e fazendo monumentos a Che Guevara que invadiram meu país, nomeou seu “pai” Fidel Castro, é um seguidor declarado de Hugo Chávez, defensor implacável dos ditadores de Cuba, Venezuela e Nicarágua e assim procede com os votos e representação da Bolívia em todos os fóruns internacionais. Apoia o programa “escravo”, dos quais milhares estão na Bolívia e ofereceu emprego publicamente para aqueles que deixaram o programa “mais médicos” no Brasil.

2.3.- Na área da corrupção, o escândalo do “lava jato” foi e é cuidadosamente escondido – até agora – para evitar as implicações de Evo Morales. Apenas como um exemplo. E de extrema urgência que todos os temas relacionados com Bolivia sejam feitos públicos pelo seu governo ja que o governo Boliviano e a oposição servil do governo nunca faram públicos aqueles fatos.

2.4.- O aumento da produção de coca e cocaína como política de Estado do regime de Evo Morales tem inundado a região com drogas, sendo o Brasil o país mais afetado pela extensa fronteira com a Bolívia e sua grande população. O aumento da prevalência do consumo de cocaína no Brasil, com o consequente aumento da criminalidade e enriquecimento de grupos criminosos perigosos ameaçam a estabilidade do Brasil e foca território a produção de drogas controladas pelo Evo Morales que por sua vez tem argumentado como amigo declarado às FARC da Colômbia, patrocinado por Cuba, outra fonte de ameaça direta e através do eixo em que a Venezuela se transformou.

Sem dúvida, Sr. Presidente, você conhece esses fatos e muito mais. Também conhecido castrochavistas os regimes ditatoriais nas Américas são Cuba, Venezuela, Nicarágua e Bolívia, com os mesmos mecanismos e crimes, concertadas e articuladas entre si, oprimir seu povo e ameaçam as democracias como o Brasil.

O povo da Bolívia está lutando por sua liberdade e pela recuperação da democracia. Evo Morales é um ditador que não tem intenção de deixar o poder porque ele precisa impunidade e age no âmbito da estratégia com Cuba, Venezuela e Nicarágua, como evidenciado pela recente reunião de ditadores Castro-Diaz Canel, Maduro, Ortega e Morales em Havana nos dias 14 e 15 deste mês, sob a cobertura de “ALBA-TCP”.

Três ditadores de Cuba, Venezuela e Nicarágua não são convidados para a posse do presidente democrático do Brasil e Morales sim, seria uma recompensa e um grande benefício para o assistente simulando legitimidade para um Ditador.
Atenciosamente,

CARLOS SANCHEZ BERZAIN
Boliviano Exilado *

* Os exilados bolivianos que conhecem o texto desta carta não podem assiná-lo devido às restrições impostas pelo seus status de refugiado em países latino-americanos como Brasil, Peru e Paraguai.

21 de noviembre de 2018

BOLSONARO



Blog Contra-Revolucionario
martes, 20 de noviembre de 2018
BOLSONARO – 21/11/2018

El recientemente elegido presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, fue miembro del parlamento brasileño durante muchos años y allí se dio a conocer, pero nunca tuvo mayor destaque, ni un liderazgo significativo. Cuando se lanzó como candidato presidencial, no tenía partido político, ni tenía dinero y ningún medio de comunicación le respaldó.

Sin embargo, ésta no fue la mayor dificultad. Mucho peor fue que por causa de sus ideas le persiguieron, difamaron, calumniaron y ridiculizaron. Sin la menor consideración, fue calificado con los términos más despectivos, como fascista, nazi, extremista, fanático, dictador, y muchas otras acusaciones gratuitas e infundadas. Cuando trataba de explicar los principios de su campaña presidencial, todos los medios, como si hubiesen hecho un pacto secreto de difamación entre ellos, lo desacreditaban acusándolo de ser contra las mujeres, contra los negros, contra los indios, contra los pobres, contra los comunistas, contra los inmigrantes, contra la libertad de expresión y muchos otros disparates. Los periódicos, cadenas de televisión, emisoras de radio, no solo en Brasil, sino en toda Iberoamérica, Estados Unidos y Europa, repitieron al igual que siguen haciéndolo una y otra vez la misma cantinela mentirosa, con evidente sectarismo.

¿Cuál fue entonces el motivo que le catapultó al triunfo?

En primer lugar, la debacle socialista del Partido de los Trabajadores, que durante más de 20 años destruyó la economía brasileña, creando una espiral de corrupción y de saqueo sistemático de los bienes del Estado, que llevaron al país a la crisis económica más grave de toda su historia. Dos mandatos presidenciales del socialista Cardozo, otros dos de Lula, y uno de Roussef, fueron suficientes para poner en crisis el aparato productivo.

También la corrupción pasó su factura pues el pueblo inteligente e intuitivo se escandalizó con los desmanes de todos los que gobernaban. Un gran movimiento restaurador inundó las calles de todo el país, exigiendo el castigo y la cárcel para Lula y sus secuaces, responsables de semejante desastre. Entonces, la figura salvadora de Bolsonaro creció como la espuma, pues prometió un cambio radical de rumbo para salvar al Brasil.