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25 de julio de 2016
25 de julio, fiesta de Santiago el Mayor, Santiago matamoros.

Patrono de España
y
de muchas ciudades que tienen su nombre
Patrono del Cuerpo General de las Armas del Ejército de Tierra, Especialidad Fundamental Caballería
Santiago Matamoros en la Batalla de Clavijo
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Antecedentes doctrinales
Parte I
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25 de julio, fiesta de Santiago el Mayor - Plinio Corrêa de Oliveira "São Tiago": brado de guerra da Espanha

25 de julio, fiesta de Santiago el Mayor
Patrono de España
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de muchas ciudades que tienen su nombre
Patrono del Cuerpo General de las Armas del Ejército de Tierra, Especialidad Fundamental Caballería
Santiago Matamoros en la Batalla de Clavijo
Plinio Corrêa de Oliveira
"São Tiago":
brado de guerra da Espanha
Santo do Dia, 25 de julho de 1967
A D V E R T Ê N C I A
O presente texto é adaptação de transcrição de gravação de conferência do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira a sócios e cooperadores da TFP, mantendo portanto o estilo verbal, e não foi revisto pelo autor.
Se o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira estivesse entre nós, certamente pediria que se colocasse explícita menção a sua filial disposição de retificar qualquer discrepância em relação ao Magistério da Igreja. É o que fazemos aqui constar, com suas próprias palavras, como homenagem a tão belo e constante estado de espírito:
“Católico apostólico romano, o autor deste texto se submete com filial ardor ao ensinamento tradicional da Santa Igreja. Se, no entanto, por lapso, algo nele ocorra que não esteja conforme àquele ensinamento, desde já e categoricamente o rejeita”.As palavras "Revolução" e "Contra-Revolução", são aqui empregadas no sentido que lhes dá o Prof. Plínio Corrêa de Oliveira em seu livro "Revolução e Contra-Revolução", cuja primeira edição foi publicada no Nº 100 de"Catolicismo", em abril de 1959.
Hoje, dia 25 de Julho, é festa de São Tiago Maior, Apóstolo. Irmão de São João Evangelista, foi o primeiro a receber a coroa do martírio. Padroeiro da Espanha, seu nome serviu de grito de guerra na luta contra os muçulmanos.
Tenho aqui umas linhas que me foram trazidas e pedem um comentário:
"De Jerusalém, São Tiago seguiu até Sicília e Espanha, detendo-se em Gadiz. Não sendo bem recebido, foi salvo milagrosamente por um anjo, de ser assassinado. Deixou a Espanha entregue a sete discípulos. Voltou mais tarde para Saragoça, onde então, começaram conversões em grande número. Mesmo assim, os perigos eram muitos. Lançaram víboras contra ele, que as segurava tranqüilamente nas mãos.Em Granada, foi preso com todos os discípulos e neófitos. São Tiago implorou o auxílio de Maria, que vivia, então, em Jerusalém. Por meio dos anjos, foi salvo, e Nossa Senhora ordenou-lhe que fosse pregar na Galícia. Mais tarde, vi São Tiago em grande perigo por causa de uma perseguição contra os fiéis de Saragoça. Certa noite o apóstolo rezava com alguns discípulos, junto aos muros da cidade. Pedia luzes para saber se devia ficar na região ou fugir. Pensava em Maria Santíssima e lhe pedia que rogasse por ele a seu Divino Filho, que nada lhe podia negar. De repente, vi descer um resplendor celeste sobre o apóstolo, aparecendo anjos que entoavam um canto harmônico enquanto carregavam uma coluna de luz cuja base assinalava um local determinado ao apóstolo. A coluna era alta e delgada e terminava com um lírio aberto que lançava línguas de fogo em várias direções. Uma delas ia até Compostela.No resplendor do lírio vi Maria Santíssima, de nívea brancura e transparência, de formosura e delicadeza maiores que a seda. Estava de pé, da mesma maneira como costumava rezar. Tinha as mãos juntas e um grande véu na cabeça, que lhe caia até os pés. Pousava seus pés sobre a flor, que resplandecia com seus cinco raios de luz. São Tiago recebeu interiormente o aviso de que deveria erguer ali uma Igreja e que a intercessão de Maria devia crescer como uma raiz e expandir-se. Disse-lhe a Virgem que, uma vez concluída a Igreja, voltasse para Jerusalém.Mais tarde, completada a obra, o apóstolo entregou seu trabalho a 12 discípulos que formara e partiu. E visitou a Santa Virgem em Éfeso. Maria predisse-lhe sua morte próxima, consolando-o e confortando-o muito. Depois São Tiago, despediu-se de Maria e de São João e seguiu para Jerusalém. Aí foi preso e levado ao monte Calvário. No caminho continuou a pregar, convertendo e curando a muitos. Decapitado, tempos depois, seu corpo foi levado para a Espanha. A visão de São Tiago deu origem à devoção a Nossa Senhora do Pilar".
Santiago "matamoros" - Catedral de Santiago - detalhe
Sem dúvida alguma o que essa ficha encerra, como elementos de beleza e edificação, é muito grande e, por isto, não permite um comentário completo. Uma nota interessante é se ver, na vida dos apóstolos, dos santos e na vida de Nosso Senhor, como há a hora marcada por Deus para tudo. Fazem toda espécie de coisas para matar os apóstolos, para danificá-los, e não conseguem absolutamente nada, por disposição de Deus.
Mas depois chega o momento em que Deus tem a intenção de que ele morra. Então, nada o salva. Ele é avisado de que vai morrer e, realmente, é martirizado, e sua vida é oferecida em holocausto. Exatamente como Nosso Senhor, que correu vários riscos de vida, antes de ser preso, mas atravessou os ambientes cheios de inimigos, incólume, sem que ousassem fazer nada contra Ele. Porém, quando chegou o momento dEle ser morto, segundo os desígnios da Providência, Ele mesmo se entregou. E então, todos os milagres operados [antes] para salvar sua vida, não atuaram mais. A hora dEle tinha chegado.
Aqui, os senhores vêem o mesmo com São Tiago: ele passou por toda espécie de risco e se operaram prodígios para salvar-lhe a vida. Jogavam-lhe cobras e ele pegava nas cobras; tentavam matá-lo por vários modos e todos esses modos resultavam baldos. Entretanto, chegou um determinado momento em que ele recebeu de Nossa Senhora o aviso de que iria morrer. Nossa Senhora o consolou, confortou, e ele morreu. Quer dizer, foi o desígnio da Providência que se cumpriu.
É bonito considerarmos aqui essa magnífica aparição de [Nossa Senhora a] São Tiago, na Espanha: esse símbolo de uma coluna que tem no alto um lírio e, esse lírio, deitando chamas de fogo. Um lírio deitando chamas de fogo, parece trazer em si uma contradição. O lírio é níveo, o lírio é delicado, o lírio parece tão facilmente crestável pelo sol. Entretanto, como nos agrada imaginar um lírio que conserva todo o seu frescor, que conserva toda a sua alvura e, ao mesmo tempo, deita uma chama de si que não queima, mas que ilumina tudo.
Martírio de Santiago - Zurbarán - 1639
Que lindo quadro seria se um pintor, simplesmente, pudesse responder a essa pergunta: — Que colorido deveria ter essa chama para ser bonita, a partir da idéia de que ela sai de um lírio? — Como deveria ser essa chama? Que obra prima de imaginação, de senso cromático, de senso das formas comportaria um quadro dessa natureza.
Os senhores vêem quanta beleza existe nesta revelação. Este lírio está no alto de uma coluna. E essa coluna é uma coluna esbelta. A gente vê na coluna um outro símbolo e o símbolo é de uma ordem de coisas encimada pelo lírio; um suporte, um sustentáculo, que tem como base, ou melhor, que tem como parte mais resistente, um lírio. É a idéia da Cristandade da Espanha católica que ia nascer e que era encimada pelo lírio cheio do amor de Deus, que era Nossa Senhora. Porque evidentemente, esse lírio, se deita chamas, é o Coração lirial, o Coração virginal de Nossa Senhora, deitando chamas em grande quantidade. Essas chamas incendiaram todo o céu e chegaram até Compostela, onde exatamente [está instalado] o culto a São Tiago,onde se encontra seu corpo e onde inúmeras peregrinações foram efetuadas durante a Idade Média.
Temos, então, São Tiago como o grande santo que exercia enorme atração na Idade Média. Os senhores têm também, "Santiago", como brado de guerra da Espanha e da Reconquista, que avança sobre os maometanos aos brados de "Santiago", "Santiago", e que, com isso, obtém a vitória.
Aparición de la Virgen del Pilar a Santiago Apóstol
Fachada de la Iglesia de Santiago - Sevilla - Leyenda bajo el retablo:
"Madre mía del Pilar, antes morir que pecar"
Antonio Kiernam Flores - Fábrica: Cerámica Santa Ana - Sevilla, década de 1940
Pode-se imaginar a beleza que isto representa, a glorificação desse Apóstolo. Eu não conheço, para uma alma combativa, nada de mais bonito do que imaginar isso: que quando ela morrer, quando ela já não for do número dos vivos, a sua memória vai ficar. E sua memória vai ficar, não como um sinal de "conciliação"(*), mas como um brado de guerra. E que os bravos, no momento de arriscarem sua vida e de arriscarem tudo pela causa católica, vão ter nos lábios o nome dele, como um símbolo de luta, como um símbolo de batalha e como um símbolo de vitória. E que o último nome que muitos deles pronunciarão, cheios de entusiasmo, antes de se apresentarem para a glória de Deus e o sorriso de Maria, vai ser o nome de São Tiago. Pode haver uma coisa mais bonita? Há maior glória, para um nome, do que servir de grito de guerra aos cruzados da Reconquista? Impossível!
E aí os senhores vêem a glória de um homem e a glória do nome de um homem. O que é o nome? A Igreja festeja o Santíssimo nome de Jesus e o Santíssimo nome de Maria. São festas especiais da Igreja. Aí a gente compreende como a glória do nome pode ser a glória do homem, e como não pode haver coisa mais bonita do que esse Apóstolo, de cujo apostolado nasceu a nação combativa católica por excelência, o braço da cristandade, que é a Espanha; a nação ardente de zelo [que] nasceu desse lírio pegando fogo; o nome desse apóstolo da nação ígnea é um grito de guerra na luta pela Reconquista. Eu não conheço coisa melhor.
Glorifiquemos a Nossa Senhora por toda glória que Ela deu ao grande servidor dEla, ao apóstolo São Tiago.
(*) É evidente que aqui o Prof. Plinio refere-se ao uso distorcido e abusivo do termo "conciliação" que se dá hoje em dia, especialmente em seu aspecto irenístico. Para uma melhor compreensão do tema sugerimos a leitura de seu livro "Baldeação ideológica inadvertida e Diálogo".
Santiago "matamoros" - Compostela
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25 de julio, fiesta de Santiago el Mayor
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Santiago Matamoros en la Batalla de Clavijo
Dícese de la batalla que sostuvo Ramiro I de León contra los musulmanes en el año 844. El lugar de la batalla fue en el monte Lanturce, a unos 25 kms al sur de Logroño, y muy cerca a la estratégica posición de Albelda. El motivo pudo ser, al parecer, la negativa de Ramiro I a allanarse a la pretensión del tributo de las cien doncellas.
La suerte fue desfavorable para las armas cristianas, que quedaron cercadas en el monte Lanturce. Las persepectivas de aniquilamiento para el día siguiente eran seguras. Pero durante la noche se le apareció, al rey Ramiro, el Apóstol Santiago en sueños, el cual, le animó para el combate al día siguiente, asegurándoles la ayuda.
Al día siguiente, 23 de mayo del año 844, efectivamente, en plena batalla, se apareció el Apóstol ayudando a los ejércitos cristianos. Al grito de Que Dios nos ayude y Santiago los musulmanes fueron completamente derrotados. La insignia del Apóstol era una cruz roja en forma de espada.
En agradecimiento de esta ayuda y para implorar la protección del Apóstol Santiago sobre España, el rey Ramiro I se comprometió para su reino y sus descendedientes, con el Voto de Santiago: un voto sagrado y solemne con el compromiso de abonar las primicias de las cosechas de cada año y el equivalente al gasto de un caballero en combate para la diócesis de Santiago.
Algunos autores sitúan la batalla de Clavijo en el año 856 con el rey Ordoño I, y otros sitúan la intervención del Apóstol y la institución del Voto, en la batalla de Simancas, año 939, con Ordoño II.
Otros autores niegan la existencia misma de la batalla y del tributo de las cien doncellas. No explican estos autores entonces el origen del Voto de Santiago (vigente hasta su abolición por las Cortes de Cádiz en 1812).
Sorprende que una de las primeras medidas de las Cortes de Cádiz, en 1812 fuera la abolición del Voto de Santiago (muy testimonial en términos ecónomicos). Sorprende también que el incumplimiento del Voto por parte de la Nación española haya sido el prólogo al hundimiento de España como potencia en el S.XIX.
31 de octubre de 2013
El Rey a las víctimas de ETA: “Sé que estáis pasando momentos difíciles”
El Rey a las víctimas de ETA: “Sé que estáis pasando momentos difíciles”
Don Juan Carlos ha trasladado su "cariño" y "afecto" a la Fundación de Víctimas del Terrorismo
EFE Madrid - EL PAIS31 OCT 2013 - 13:40 CET5
Don Juan Carlos recibe a la presidenta de la Fundación de Víctimas del Terrorismo, Mari Mar Blanco. / BORJA FOTÓGRAFOS (CASA DEL REY)
"Sé que estáis pasando momentos difíciles", ha dicho este jueves don Juan Carlos a la presidenta de la Fundación de Víctimas del Terrorismo, Mari Mar Blanco, y a los dos vicepresidentes de la entidad, Ángeles Pedraza y Tomás Caballero, a los que ha recibido en su despacho de La Zarzuela.
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El Rey, que había solicitado la reunión, les ha dicho que tenía "mucho interés" en verles para transmitirles su "afecto" y "cariño". El encuentro se produce tras la anulación de la doctrina Parot por elTribunal Europeo de Derechos Humanos. y días después de la manifestación en repulsa por la sentencia celebrada el pasado domingo en Madrid.
Blanco ha agradecido al Monarca que les haya recibido en el Palacio de la Zarzuela y ha remarcado: "La Casa Real siempre ha estado con nosotros, en los momentos más difíciles". También ha recordado el apoyo de los Príncipes de Asturias.
Esta conversación se ha producido al comienzo de la reunión que el jefe del Estado ha mantenido esta mañana con los tres dirigentes de la Fundación de Víctimas del Terrorismo, en representación de un colectivo que desde que el tribunal de Estrasburgo anuló la doctrina Parot lleva expresando su indignación por una decisión que considera injusta.
El Monarca les ha recibido de pie y sin muletas, en su despacho, y se ha mostrado muy afectuoso al estrecharles las manos y dar dos besos a la presidenta y vicepresidenta de la fundación.
"Muchísimas gracias por recibirnos", le ha dicho Mari Mar Blanco, una vez sentados, a lo que don Juan Carlos ha respondido agradeciéndoles su visita y explicándoles que tenía mucho interés en conversar con ellos.
El encuentro, que no estaba previsto inicialmente en la agenda semanal de la Familia Real, tiene lugar cuatro días después de la concentración celebrada el pasado domingo en la plaza de Colón de Madrid, convocada por la AVT, bajo el lema Justicia para un final con vencedores y vencidos.
La llamada doctrina Parot del Tribunal Supremo, que permitía alargar la estancia en prisión de condenados por terrorismo o delitos muy graves, fue declarada ilegal por el TEDH el pasado 21 de octubre, permitiendo la excarcelación inmediata de la histórica etarra Inés del Río.
El rechazo absoluto de las víctimas a esta decisión ha llevado incluso a la AVT a pedir al Gobierno que no acate la sentencia.
Dos días después del fallo del tribunal de Estrasburgo, el jefe del Ejecutivo recibió en el Palacio de la Moncloa a Mari Mar Blanco y Ángeles Pedraza, quienes también recibieron el respaldo de Rajoy.
Aunque el Gobierno no acudió a la concentración del domingo en la Plaza de Colón, sí estuvieron presentes los tres vicesecretarios del PP, Carlos Floriano, Javier Arenas y Esteban González Pons; dirigentes vascos del partido, el presidente de la Comunidad de Madrid, Ignacio González, la presidenta del PP madrileño, Esperanza Aguirre, y la alcaldesa de la capital, Ana Botella, entre otros.
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