9 de enero de 2017

Un léger scandale suite aux propos d’un employé de l’ambassade d’Israël à Londres

The Times of Israël

Un léger scandale suite aux propos d’un employé de l’ambassade d’Israël à Londres

L’ambassadeur Mark Regev s’est excusé et a déclaré que les propos au sujet d’Alan Duncan sont « inacceptables » ; pour Londres, « le sujet est clos »

 8 janvier 2017, 18:31 
L'ambassadeur d'Israël au Royaume-Uni, Mark Regev, sur la BBC, le 1er mai 2016. (Crédit : capture d'écran BBC)
L'ambassadeur d'Israël au Royaume-Uni, Mark Regev, sur la BBC, le 1er mai 2016. (Crédit : capture d'écran BBC)
La représentation israélienne au Royaume-Uni était plongée dans l’embarras dimanche après la diffusion d’un enregistrement, tourné en caméra cachée par Al-Jazeera, montrant un de ses employés parler de « faire tomber » des responsables politiques britanniques.

Dans cette vidéo mise en ligne par le journal Mail on Sunday, un employé de l’ambassade israélienne à Londres, Shai Masot, vise plus particulièrement le secrétaire d’État britannique à l’Europe et aux Amériques, Alan Duncan, expliquant que ce dernier, qui avait critiqué la construction dans les Territoires palestiniens, cause « beaucoup de problèmes ».
Il s’autorise également un langage fort peu diplomatique à l’endroit du ministère des Affaires étrangères britannique Boris Johnson en le qualifiant d' »idiot » et déclare : « Puis-je vous donner le nom des députés que je vous suggère de faire tomber ? »
Masot s’exprimait dans le cadre d’un déjeuner avec Maria Strizzolo, l’assistante du secrétaire d’Etat à l’Education Robert Halfon, auquel participe clandestinement un reporter de la chaîne d’informations qatarie, qui filme la scène en caméra cachée.
Strizzolo, dans un communiqué de presse, a minimisé l’importance de la vidéo, déclarant que « le contexte de la conversation était léger et ironique. Toute suggestion que j’ai pu, en tant que fonctionnaire travaillant dans l’éducation, exercer le type d’influence que vous suggérez est risible. Shai Masot est quelqu’un que je connais dans un contexte uniquement social et en tant qu’ami. Je n’ai jamais travaillé avec lui. »
Alors que le scandale prenait de l’ampleur au Royaume-Uni, la représentation israélienne s’est dissociée de ces déclarations, tenues, affirme-t-elle dans un communiqué, par un employé n’ayant pas le rang de diplomate et dont la mission à l’ambassade s’achèvera « rapidement ».
« L’ambassade d’Israël rejette les remarques concernant le secrétaire d’État Duncan, qui sont complètement inacceptables », écrit-elle.
L’ambassadeur israélien à Londres, Mark Regev, « a parlé avec le secrétaire d’État Duncan » et « présenté ses excuses », ajoute-t-elle.
Alan Duncan (Crédit : autorisation)
Alan Duncan (Crédit : autorisation)
Contacté par l’AFP, le ministère des Affaires étrangères britannique a indiqué que l’affaire était « close ».
« L’ambassadeur israélien a présenté ses excuses et il est clair que ces commentaires ne reflètent pas les positions de l’ambassade ou du gouvernement israélien. »
La nature du poste officiel de Masot n’a pas été immédiatement précisée. Bien que l’ambassade l’ait décrit comme un employé plutôt que comme un diplomate, il se présente sur sa page LinkedIn comme « officier politique ».
Dans la description de son poste sur cette page, il affirme être le « responsable des contacts entre l’ambassade et les députés », et être impliqué dans la liaison « avec les ministres et les responsables » des Affaires étrangères britanniques, et « développer et promouvoir des partenariats stratégiques avec les contacts politiques de l’ambassade. »
Crispin Blunt, député que Masot décrit comme « beaucoup plus pro-arabe que pro-israélien », a déclaré que les propos sur Duncan étaient « scandaleux », selon le Daily Mail.
« Parler de ‘faire tomber’ un ministre britannique est très grave », a déclaré un autre important politique travailliste, l’ancien ministre Desmond Swayne au journal. « Il existe aux Etats-Unis une colère après les interférences de la Russie dans leur processus démocratique, et aucune ingérence étrangère ne devrait être permise au Royaume-Uni. »

8 de enero de 2017

PERISCOPIO 07/01/2017 CORRELACIÓN

PERISCOPIO

07/01/2017

CORRELACIÓN

Las apariciones de la Milagrosa en París (1830) representan el inicio de una nueva etapa para la humanidad. Si se hubiera hecho más caso de estas revelaciones las apariciones de Lourdes (1858) se habrían producido también en París. Entre ambas distan 28 años, al igual que entre las de Fátima (1917), las de Ámsterdam (1945), las de Akita (1973), y la milagrosa lagrimación  de una copia de la Señora de todos los Pueblos en Colombia (2001) en la imagen de la foto. Con esta identidad de intervalos la Providencia nos indica la correlación entre ellas.

Además estando Ida Peerdeman en la capilla de la Milagrosa en París el 31 de mayo de 1969 sintió en su interior las palabras “lo que fue comenzado aquí será continuado por la Señora de todos los Pueblos”.

También Sor Lucía al contemplar la imagen de la Milagrosa en la capilla del colegio de la Hijas de la Caridad en Tui exclamó espontáneamente “¡Así la vi yo en Fátima!”, contó el P. Veremundo Pardo.

Y el 13 de octubre de 1973, 56 aniversario del milagro del sol en Fátima, la Virgen se aparece en una reproducción en madera de la Señora de todos los Pueblos en Akita. Precisamente 56 es el número de sus apariciones  en Holanda. 

A “NOVA-URSS” E SUAS “ARMAS”… INFLÁVEIS

Agência Boa Imprensa – ABIM



A “NOVA-URSS” E SUAS “ARMAS”… INFLÁVEIS

Luis Dufaur
URSS Putin
“MIG 31″ sendo inflado perto de Moscou

Na Rússia de Putin, políticas religiosas e conservadoras e a “maskirovka” para forjar novas mentiras

Algumas das “mais modernas armas russas” puderam ser vistas e fotografadas num campo perto de Moscou. Ali, trabalhadores manipulando tecidos sintéticos verdes e compressores de ar criavam “armas” impressionantes em questão de minutos, segundo informou “The New York Times”.
URSS PutinO assustador MIG-31 cinza escuro [foto ao lado e acima ] aparecia subitamente como que do nada com a estrela vermelha em suas assas. Parecia muito real sobre tudo se visto a 300 metros.
Mais na ex-URSS esse truque é velho de guerra. Faz lembrar o cavalo de Troia, aliás esse mais poético, ou a ordem corânica de Maomé de os soldados velhos pintarem os cabelos brancos para parecerem mais jovens e fortes…
A Rússia montou um arsenal de disfarces e trapaças para suas forças armadas, dentro do contexto mais vasto da guerra rotulada “maskirovka” (literalmente = dissimulação, engano).
Veja mais em “Maskirovka: a guerra não-militar que invade e conquista”
Inflando um "caminhão com mísseis" perto de um "MIG 31" já pronto, ou melhor, já inflado...
Inflando um “caminhão com mísseis” perto de um “MIG 31″ já pronto, ou melhor, já inflado…
A Maskirovka tem um papel cada vez mais importante para as ambições geopolíticas imperialistas da “nova-URSS”.
“Se você estudar as grandes batalhas da história, perceberá que o uso de trapaças sempre vence”, disse o engenheiro militar Alexey Komarov. “Ninguém vence jogando limpo.”
urss-rusbalKomarov supervisiona a venda de armas na Rusbal, ou Balões Russos [foto ao lado].
A empresa fornece ao Ministério da Defesa da Rússia uma das ameaças militares menos conhecidas nos países que podem ser suas futuras vítimas: um crescente arsenal de tanques, jatos e lançadores de mísseis infláveis.
A Rússia de Putin está retornando ao cenário geopolítico, se imiscuindo na vida política dos países ocidentais, empregando táticas escusas.
Ela silencia inimigos no exterior, manipula a igreja Ortodoxa e promove uma fingida contrarrevolução conservadora conquistando pecuniariamente políticos e partidos nos países que quer submeter.
Putin quer seduzir políticos ocidentais de recente conversão a posições 'cristãs'. Na foto com François Fillon, então ministro de Relações Exteriores da França
Putin quer seduzir políticos ocidentais de recente conversão a posições ‘cristãs’. Na foto com François Fillon, então ministro de Relações Exteriores da França
Uma farta rede de trolls, antigas redes de influência da URSS agora reativadas e novas agências de notícias, TV ou Internet difundem falsas informações calculadas para enganar as audiências ou os internautas no Ocidente.
A “maskirovka” tem que manter o inimigo na incerteza, jamais admitir as verdadeiras intenções e usar todos os meios, tanto propagandísticos quanto militares, para conferir aos soldados do país a vantagem da surpresa, e revestir aos políticos seduzidos do Ocidente de uma máscara de conservadorismo de recente data.


A doutrina não hesita em apelar à desinformação política em alto nível e o uso de formas astuciosamente evasivas de comunicação.
É claro que as armas infláveis se encaixam bem nos estratagemas da maskirovka.
É um recurso velho para quem está em inferioridade de condições de combate, mas se é útil contra adversários decadentes, então vale tudo.
urss-foquete-2Vídeos no Youtube se encarregam de mostrar “as fabulosas armas novas que vão prostrar” a NATO e os EUA enquanto os operários enchem de ar sacolas que virarão “modernos tanques”, “aviões”, “lança mísseis” e tudo o que servir para enganar sobre o verdadeiro potencial bélico russo.
A maior utilidade vem se revelando na camuflagem de ideias através da desinformação. A “nova-Rússia” se apresenta como religiosa e conservadora se isso serve para desviar a atenção do adversário, dividi-lo e leva-lo à confusão e a uma capitulação.
Praticamente todos os grandes movimentos de tropas russos e soviéticos dos últimos 50 anos, da Primavera de Praga ao Afeganistão, Tchetchênia e Ucrânia, começaram por um truque simples e efetivo: soldados chegando ao local de combate à paisana, explica o jornal americano.
Em 1968, por exemplo, um voo da Aeroflot, a companhia estatal de aviação soviética, transportando número desproporcional de homens jovens e saudáveis, que subsequentemente capturaram o aeroporto de Praga.
Em 1983, soldados soviéticos disfarçados de turistas viajaram à Síria, em uma manobra que ficou conhecida como “camarada turista”.
A aparência de misteriosos soldados usando uniformes camuflados em Cabul, no Afeganistão, e Grozny, na Tchetchênia, serviu como presságio ao envio de muito mais tropas, em 1979 e 1994.
O tanque T80 sendo montado para enganar satélites americanos
O tanque T80 sendo montado para enganar satélites americanos 
Foi o caso dos “homenzinhos verdes” na Criméia a partir de fevereiro de 2014, ou do cerne das milícias separatistas “ucranianas” recrutadas no coração da Rússia ou transportadas direto de guarnições do exército russo.
Esses antecedentes preocupam aos estrategistas e pensadores clarividentes, em mais de um país vizinho. Mas não tiram o sono dos decadentes. Ou dos cúmplices…
A Rusbal não revela quantos tanques infláveis já produziu, porque os números são sigilosos.
urss-avisoesMas a diretora da firma Maria A. Oparina reconheceu que a produção cresceu muito nos últimos 12 meses. Ela emprega integralmente a maioria de seus operários na costura das armas infláveis, em sua divisão militar.
“Na guerra, não existem acordos de cavalheiros”, repete Oparina. “quem tiver os melhores truques sobrevive.”
Vladimir Putin sabe bem disso, e paga o desenvolvimento das “novas armas” para enganar mais os “decadentes” ocidentais.

4 de enero de 2017

ESTADOS UNIDOS: Presque 6 % des membres du Congrès sont Juifs : 28 Démocrates et 2 Républicains

The Times of Israël



Presque 6 % des membres du Congrès sont Juifs : 28 Démocrates et 2 Républicains

Le 115e Congrès présente la proportion la plus élevée de Juifs parmi ses membres. Un chiffre jamais atteint depuis que ces données ont été mises à disposition, montre une analyse

 4 janvier 2017, 18:43 1
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Le Sen. Charles (Chuck) Schumer (à droite) parle avec un membre du personnel à l'issue du déjeuner hebdomaire des Démocrates au Capitole, à Washington DC, le 4 août 2015. (Crédit : Chip Somodevilla/Getty Images/AFP)
WASHINGTON — Le 115e Congrès américain, qui s’est réuni mardi pour la première fois, est constitué de Juifs à 5,6 %, selon une analyse publiée par le Centre de Recherche Pew.

Si 28 Juifs faisaient partie du Congrès lors de sa 114e rentrée politique, ils sont deux de plus aujourd’hui. Sur les 30 législateurs juifs actuels, 28 sont Démocrates et deux sont Républicains.
Les dernières élections se sont révélées être un succès pour les candidats juifs. 8 % à peu près des représentants non-chrétiens sont Juifs, ce qui est le taux le plus élevé de membres de cette communauté figurant au sein du Congrès depuis la mise à disposition de ce type de données, a indiqué Pew.
En 2014, environ 1 % des nouveaux arrivants dans l’instance législative de Washington étaient juifs, tandis qu’en 2012 et en 2010, ils étaient 4 % et 2 % – respectivement – à appartenir à la communauté.
Alors que les Républicains se préparent à prendre le contrôle de la Maison Blanche, de la Chambre et du Sénat pour la première fois depuis 2007, ce qui leur permet d’avancer un agenda qui avait été mis de côté durant la présidence d’Obama, ils affichent moins de diversité religieuse que leurs homologues démocrates.
Sur les 293 Républicains qui forment le nouveau Congrès, seulement deux ne s’identifient pas comme Chrétiens – les deux mêmes qui appartiennent à la religion juive, à savoir le Représentant de New-York, Lee Zeldin et le représentant du Tenessee, David Kustoff.
Photo d'illustration : Une session conjointe du Congrès américain, le 9 septembre 2009 (Crédit : (Wikipedia/Lawrence Jackson/whitehouse.gov/public domain)
Photo d’illustration : Une session conjointe du Congrès américain, le 9 septembre 2009 (Crédit : (Wikipedia/Lawrence Jackson/whitehouse.gov/public domain)
Les Démocrates, qui détiennent dorénavant 242 sièges, revendiquent également des membres qui s’identifient comme Bouddhistes, Musulmans, Hindous, universalistes unitariens et non-affiliés.
Sur les 28 membres juifs appartenant à la formation Démocrate, 20 siègent à la Chambre et 8 au Sénat. La proportion de Juifs est donc plus élevée à la Chambre Haute qu’à la Chambre Basse, avec 8 % de Juifs au Sénat contre 5 % à la Chambre.
Les Juifs Démocrates occuperont également des positions de leadership dans le prochain Congrès. Le Sénateur de New York, Chuck Schumer, l’un des Juifs les plus éminents de la Colline, sera le président des minorités au Sénat.
Bernie Sanders, sénateur du Vermont, occupera lui aussi un poste déterminant dans le caucus Démocrate comme directeur de l’information.
Une composante des nouvelles données révèle que les Juifs bénéficient d’une représentation considérablement plus grande au Congrès que ce n’est le cas dans la population américaine en général. L’analyse de Pew montre, en effet, que tandis que les Juifs représentent 6 % des membres du Congrès, ils ne constituent que 2 % des habitants des Etats Unis.
Protestants et Catholiques ont également une plus grande représentation au Congrès que dans la population américaine. Les Américains non-affiliés sont toutefois substantiellement sous-représentés : 23 % de l’opinion publique s’identifient comme appartenant à cette catégorie, mais seulement 0,2 % des membres du Congrès s’y affilient.
La représentante de l’Arizona, Kyrsten Cinema (Démocrate) est la seule membre faisant état d’une non-affiliation religieuse.

3 de enero de 2017

Salve magister: el resurgir del latín como lengua vehicular



Salve magister: el resurgir del latín como lengua vehicular
·         El latín resurge: 30 institutos lo usan como lengua vehicular. Los alumnos lo hablan de principio a fin como ocurre en clase de inglés. «Abrimos el cofre de los antepasados, que vivieron las mismas experiencias».
26 de diciembre de 2016. 20:26hRocío Ruiz. 

Los alumnos de 2º de Bachillerato con el profesor Jorge Tárrega, presidente de la asociación Collegium Latinitatis
Los alumnos de 2º de Bachillerato con el profesor Jorge Tárrega, presidente de la asociación Collegium Latinitatis
Kike Tabern


Leer más:  Salve magister: el resurgir del latín como lengua vehicular  http://www.larazon.es/sociedad/educacion/salve-magister-IN14192794?sky=Sky-Enero-2017#Ttt1f6cdFZrOwmlF

Son las 8:30 de la mañana y toca Latín en el Instituto de Enseñanza Secundaria El Grao de Valencia. Un alumno llega tarde a la clase que se imparte en 2º de Bachillerato. Llama a la puerta y asoma la cabeza: «Salve magister: licetne mihi intrare?» («Buenos días, profesor, ¿puedo entrar?). El profesor replica: «sero post tempus venis» («llegas tarde») a la par que autoriza la entrada con un gesto. El joven toma asiento. En clase sólo se habla latín de principio a fin. Los estudiantes saben que deben «ostium pulsare» («llamar a la puerta») por eso cuando es más de uno el que se despista de la hora de entrada son los mismos alumnos los que repiten a modo de letanía: «sero post tempus venis» («llegas tarde»). «Sin darse cuenta, están utilizando un adverbio, una preposición más un acusativo neutro y una segunda persona verbal de la cuarta conjugación. Al principio, no saben analizar todo, pero luego explicamos toda la gramática. Se trata del método inductivo-contextual. Los estudiantes entienden unas estructuras a partir de un contexto en la realidad del aula o en el libro (si leen) y al acabar, se explica toda la gramática», dice Jorge Tárrega, profesor de Latín del instituto. Tárrega es el presidente la asociación Collegium Latinitatis de Valencia, creada en septiembre pasado y ha sido profesor hace unos años en la universidad de Valencia de Sintaxis Latina. En sus clases sólo se hablaba en latín y los alumnos se atrevían a responder a las preguntas del profesor en la lengua de Cicerón. Tiene el honor de ser el primer docente, desde el siglo XIX, en dar una clase íntegramente en latín. Y ahora pasa lo mismo con sus alumnos de 2º de Bachillerato del IES El Grao. Desde octubre estudian épica, comedia y oratoria además de profundizar en el estudio de la lengua. Y todo, en latín sin mediar una palabra de castellano.
El caso de este instituto constata el resurgimiento del latín en las aulas. Es uno de los 30 que existen en España en los que se imparten las clases utilizando el latín como lengua vehicular, explica Carles García, también profesor de Latín y miembro de la asociación cultural Collegium Latinitatis. Además, los alumnos obtienen resultados espectaculares en Selectividad. «Nuestro objetivo es promover en el ámbito educativo y en el de la investigación el empleo de las lenguas clásicas como lenguas vehiculares y promover la cultura clásica a todos los niveles, tenemos siempre como fin último la lectura de los clásicos en versión original», añade. «Generaciones enteras han crecido pensando que, para entender latín, hay que traducir con un diccionario en mano, lo cual es un error grave. La traducción es un elemento, un ejercicio más para acceder a una lengua, no el único», añade Tárrega.
Al igual que en un examen de 5º de Alemán, por ejemplo, se puede poner un texto complejo sobre el que se plantean unas preguntas de comprensión, así se intenta hacer por parte de los profesores que ahora enseñan la lengua indoeuropea con metodologías activas, es decir, con preguntas sobre el texto en el mismo idioma. «Desde el siglo XIX se aplicó una metodología mantenida hasta ahora: entender la lengua como algo muerto y como objeto de estudio en vitrina», insiste. Ahora son ya muchos, no sólo los docentes españoles, los que aplican esta metodología activa de tal manera que los alumnos comienzan estudiando textos sencillos para poder leerlos y comprenderlos sin necesidad de diccionario y después van entrando en textos cada vez más complicados. «Nadie empieza leyendo a Shakespeare en inglés o a Goethe en alemán. ¿Por qué se tiene que empezar en latín analizando penosamente frases de Horacio o Virgilio, sin contexto alguno y analizando cada palabra?», dice el profesor del instituto de Valencia.
Los amantes de esta nueva tendencia creen que «el latín no es más que un vehículo, un instrumento para acceder al tesoro que se ha guardado durante veinte siglos de pensamiento, un tiempo en el que muchos de los pensamientos, de las experiencias, de las vivencias, de los avatares de personas como nosotros que han vivido en este mundo fueron transmitidos en latín. Su estudio nos da la llave para abrir el cofre de nuestros antepasados y para saber que no somos los primeros que vivimos experiencias humanas: «nihil novum sub sole» («nada nuevo bajo el sol»), dice el presidente de Collegium Latinitatis. «El hombre aprende de su historia», insiste. Y lo dice porque la realidad de los latinos no era muy diferente a la de nuestros días: Catulo, en pleno siglo I, hablaba de amor en sus poemas, Cicerón y Salustio de la amistad, César o Tácito sobre política y sus páginas están plagadas de ejemplos que ven su reflejo en el panorama político actual: golpes de estado fallidos (Catilina), políticos corruptos (Verres), gobernadores excéntricos (Calígula). En definitiva, nada que no se parezca a lo que se vive en el mundo actual.
Catulo, Tácito o Petrarca
«Cada vez se nos dirige más gente que está interesada en estudiar latín no para hablar en el aeropuerto o para hablar sobre informática, sino para poder leer y entender inscripciones de sus ciudades o libros de autores que siempre quisieron leer, como Plauto o Cicerón, Catulo o Tácito, Petrarca o Erasmo, Vives o Tomás Moro», explican desde la recién creada Asociación Collegium Latinitatis de Valencia.
Lo cierto es que ya son muchas las asociaciones de Clásicas en España. En Valencia, de hecho, hay varias y cada una se dedica a estudiar algún aspecto concreto del mundo clásico. Ludere et Discere se dedica a cuestiones culturales y de la vida cotidiana, Prósopon-Sagunt, al teatro. En septiembre pasado se fundó el Collegium Latinitatis, toda en latín. «Nuestro objetivo es la divulgación del latín como lengua en la sociedad actual. Queremos centrar muchos de nuestros esfuerzos en que, como empieza a pasar en algunos países, como Alemania, existe un público no especializado que se interese por leer a los clásicos en su idioma original, del mismo modo que ocurría, por ejemplo, en el siglo XVIII», explica su presidente, Jorge Tárrega.