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5 de febrero de 2015

O canário na mina de carvão e o silêncio dos bons

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30/01/2015
 às 10:18 \ HistóriaReligiãoTerrorismo

O canário na mina de carvão e o silêncio dos bons

A vida de muitos mineiros já foi salva colocando-se um canário para cantar no local. Enquanto a cantoria segue seu curso, tudo bem. Mas quando o canário interrompe a performance, é sinal de que o gás inflamável que se solta nas minas de carvão pode estar em quantidade perigosamente elevada. Ou seja, é um alerta de que vem problema por aí.
Muitos já usaram a metáfora para se referir ao povo judeu. Quando o antissemitismo (ou judeofobia, termo que julgo mais correto) começa a recrudescer, então é sinal de que algo de errado acontece no mundo e que vem problema por aí.
Os judeus representam não só um grupo minoritário e relativamente fácil de ser identificado, como abraçam um monoteísmo ético que responde apenas ao seu Deus superior, não se dobrando ao relativismo moral vigente. Quando a convivência com tal rigidez ética se mostra insuportável para muitos, é sintoma de que o mundo está doente.
Historicamente, os judeus sofreram perseguições em diversas ocasiões, que invariavelmente representavam esses delicados e críticos momentos de inflexão e subversão de valores predominantes. O caso mais chocante, e relativamente recente, foi com o nazismo. Mas esse horror todo seria impensável sem a conivência ou cumplicidade de grande parte da população. Os judeus foram os principais alvos, mas era um aviso de que algo de muito podre estava no ar.
O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética… O que me preocupa é o silêncio dos bons“, disse Martin Luther King. Combater o aumento da judeofobia deve ser uma obrigação moral de todos que repudiam a injustiça. Mas também há razões pragmáticas para tanto: começam as perseguições com os judeus, mas nunca ficam restritas apenas a eles.
Nesta quinta tive o prazer de contar para centenas de judeus minhas experiências em Israel e falar um pouco de minha visão sobre a situação do país e do povo judeu. O evento foi organizado pelo Clube Israelita Brasileiro (CIB), e o local estava abarrotado. Fiquei emocionado ao ver a calorosa recepção. Ao mesmo tempo, chamou a minha atenção como os judeus estão carentes de defensores imparciais na imprensa.
CIB
Não deveria ser assim. Alguém como eu não deveria virar uma “celebridade” para a comunidade judaica, apenas por colocar os pingos nos is, preservar o bom senso e constatar que Israel é vítima dos mais pérfidos e injustos ataques, fruto ou de interesses mesquinhos ou de um preconceito abjeto. Por que somos tão poucos?
O canário já parou de cantar faz tempo, mas continuamos lá, presos à mina de carvão, como se não houvesse perigo. Não queremos enxergar a realidade. A judeofobia cresce a cada dia, mas a maioria finge que não vê, acha que não é problema seu. É sim! É um problema de todos nós que nos importamos com a vida humana, com a justiça. E com nossa própria liberdade, pois os ataques ao judaísmo carregam um ódio à ética objetiva e aos nossos valores ocidentais por trás.
Osias Wurman, o cônsul honorário de Israel no Rio e que me honrou com sua presença ontem, escreveu um belo texto no GLOBO hoje, fazendo um alerta à indiferença dos demais, usando como pano de fundo os 70 anos da libertação dos prisioneiros de Auschwitz. Diz ele:
É preciso registrar que, na véspera do histórico domingo da passeata em Paris, quando cerca de 1,5 milhão de pessoas foram às ruas para protestar contra o massacre na redação do “Charlie Hebdo”, uma manifestação convocada para a porta do shopping Kosher, onde foram mortos quatro judeus franceses, passou indiferente ao grande público e apenas duas mil pessoas compareceram, sendo a maioria absoluta de judeus.
Derrotar a filosofia de Auschwitz é derrotar o ódio, a ignorância histórica e a passividade popular. Dizem os historiadores que as estradas que levavam a Auschwitz foram construídas pelo ódio, mas foram pavimentadas pela indiferença mundial.
As vítimas no mercado Kosher foram mortas por serem judeus, nada mais. O fato em si derruba de uma só vez as desculpas esfarrapadas que os “intelectuais” de esquerda usaram para “explicar”, ou mesmo “justificar” o ato terrorista na revista satírica. Ninguém ali desenhou charge alguma de Maomé. Ninguém ali ridicularizou o Islã. Foram brutalmente assassinados pelo único motivo de serem judeus. E o mundo ficou em silêncio.
Tive a honra de conhecer no evento Aleksander Henryk Laks, presidente da Associação Brasileira dos Israelitas Sobreviventes da Perseguição Nazista. Um senhor simpático que passou, quando criança, pelos campos de concentração nazistas. Simboliza aquilo que melhor define, em minha opinião, a história do povo judeu: a superação. Apesar dos obstáculos, das perseguições, do preconceito, é um povo que, em geral, olha para frente e deseja avançar.
Com Aleksander Laks
Com Aleksander Laks
Mas não podem fazer isso sem a ajuda dos demais, sem a colaboração das pessoas decentes das outras religiões ou povos, pois são uma minoria minúscula. O silêncio dos bons é inadmissível perante o ataque dos maus.
Se não queremos ter uma nova Anne Frank, se não desejamos que ninguém mais sofra perseguições injustas apenas por ser de uma minoria, então é hora de agir, de defender seus direitos com coragem. A covardia poderá destruir a todos nós, defensores da justiça e da liberdade.
Rodrigo Constantino

23 de enero de 2014

Incontro a Londra del Council of Christians and Jews Contro l’antisemitismo

pagina 6                                                                    L’OSSERVATORE ROMANO                                                        venerdi 24 gennaio 2014
Incontro a Londra del Council of Christians and Jews
Contro lantisemitismo


LONDRA, 23. L’arcivescovo di Canterbury, Justin Welby, ha incontrato martedi a Lambeth Palace, a Londra, i presidenti del Council of Christians and Jews (Ccj), l’arcivescovo di Westminster, monsignor Vincent Gerard Nichols, il rabbino capo di Gran Bretagna, Ephraim Mirvis, e il rabbino Laura Janner- Klausner. Obiettivo dell’incontro individuare un ruolo comune piu efficace nelle attivita del Ccj a livello locale e nazionale. Tra gli argomenti discussi: l’importanza di incoraggiare le attivita delle sedi locali del Ccj, la necessita di confrontarsi con il preoccupante aumento dell’antisemitismo e il ruolo del Council of Christians and Jews per favorire nelle comunita cristiane ed ebraiche il dibattito sulla situazione in Terra Santa, in uno spirito di rispetto reciproco e generosita. ≪Insieme — ha sottolineato l’arcivescovo di Westminster — cerchiamo di dimostrare l’importanza del dono della fede in Dio nella societa attuale, cercando sempre non solo la riconciliazione tra noi, ma anche la pace tra i popoli di tutto il mondo. Insieme con i miei fratelli e sorelle ebrei e cristiani mi impegno in questa opera≫.

Soddisfazione per l’esito dell’incontro e stata espressa anche dal rabbino Laura Janner-Klausner. ≪Quello di Lambeth Palace — ha detto — e stato un incontro conviviale, riflessivo e coinvolgente, nel quale si e discusso di questioni pratiche e importanti che riguardano la vita degli ebrei e dei cristiani in Gran Bretagna≫.

Intanto, dal 10 al 12 febbraio prossimo si svolgera a Londra il sinodo generale della Comunione anglicana. Tra i numerosi punti all’ordine del giorno — si legge nel sito della Comunione — vi sara la fase di revisione del progetto di legge per permettere alle donne di diventare vescovo. I lavori sinodali saranno caratterizzati da diversi dibattiti. In particolare, quello sulla violenza di genere, sullo stato dell’ambiente, sull’uso dei combustibili fossili e sull’utilizzo dei paramenti durante i servizi liturgici. Il gruppo di sessioni si concludera con una presentazione della relazione del gruppo di lavoro della Camera dei vescovi sulla sessualita umana.

Nel corso del sinodo vi sara inoltre una presentazione sugli investimenti etici da parte dell’Ethical Investment Advisory Group (Eiag) che fornira una panoramica sull’impegno in questo settore da parte della Comunione anglicana. In particolare, il lavoro svolto per esprimere piu fedelmente la posizione anglicana in merito all’alcol e alla finanza. Verranno, inoltre, riassunte le questioni che la Eiag sta attualmente affrontando, compreso l’uso di fondi comuni.

La relazione sara seguita da un dibattito politico incentrato sulla violenza di genere, al quale prenderanno parte Mandy Marshall e Peter Grant, codirettori del Restored Relationships, organizzazione cristiana internazionale che opera per trasformare le relazioni e porre fine alla violenza contro le donne. Ogni sessione sara seguita da una serie di domande e risposte con i membri del Sinodo generale.

9 de noviembre de 2013

Una encuesta transnacional revela que el antisemitismo sigue vivo en Europa

Una encuesta transnacional revela que el antisemitismo sigue vivo en Europa

El odio a los judíos ha crecido en los últimos cinco años, según el 76% de los consultados

Fotografía de una sinagoga en llamas en una exposición dedicada a la Noche de los Cristales rotos de 1938 en el museo Topografía del Terror, en Berlín. / MAURIZIO GAMBARINI (EFE)
En vísperas de cumplirse el 75º aniversario del comienzo de la persecución de la comunidad judía en Alemania y que está grabada en la memoria colectiva como la noche de los cristales rotos, una encuesta realizada por la Agencia Europea de Derechos Fundamentales en ocho países europeos revela que el antisemitismo en el continente sigue vigente y que el odio hacia los judíos sigue creciendo.
El sondeo se llevó a cabo entre septiembre y octubre de 2012 en Bélgica, Alemania, Francia, Hungría, Italia, Lituania Suecia y Reino Unido, países donde vive el 90% de la población judía europea. Según la Agencia, el 66% de los encuestados cree que el antisemitismo sigue siendo un problema importante y un 76% afirmó que el odio hacia los judíos se había incrementado en los últimos cinco años.
La encuesta indica que el país más antisemita de Europa es Francia, donde un 73% de los encuestados admitió que el conflicto árabe israelí ha influido en el sentimiento antijudío, mientras que en Alemania, el porcentaje disminuye a un 23%. “Pensaba que el antisemitismo había muerto en Auschwitz”, dijo Serge Cwajgenbaum, secretario general del Congreso Judío Europeo, al comentar el resultado de la encuesta. “Hablar en pleno 2013 sobre casos de antisemitismo en ciudades como Londres, París o Budapest, me hace sentir miedo por el futuro de Europa”.
La encuesta, que fue dada a conocer en Viena, coincide con las conmemoraciones que se inician el sábado en Alemania para recordar el comienzo del primer pogromo contra la comunidad judía bajo la dictadura nazi en la noche del 9 al 10 de noviembre de 1938 y que marcó un punto de inflexión en la política antisemita que nació en el país inmediatamente después de la llegada de Hitler al poder en 1933. Esa noche, miles de fanáticos nazis se lanzaron a las calles para quemar sinagogas, destruir locales comerciales y atacar a sus propietarios judíos. El ataque de la noche de los cristales rotos, en alusión a los restos de ventanas y vitrinas que tapizaban las calles, marcó el comienzo de la exterminación de los judíos en Europa.
Según los archivos históricos, más de 100 judíos murieron esa noche y otros 30.000 fueron enviados en los días posteriores a los campos de concentración de Dachau, Sachsenhausen y Buchenwald. La dictadura justificó los ataques como un arranque espontáneo de violencia popular al asesinato de un diplomático alemán en París, que murió el 9 de noviembre a causa de los disparos de Herschel Grünspan, un judío polaco de 17 años. Cuando la noticia del asesinato llegó a Berlín, Goebbel visitó a Hitler en la cancillería para diseñar un plan de acción. La conversación aparece en su diario. “Le expongo el asunto al Führer. Él decide permitir las manifestaciones y retirar a la policía. Los judíos deben sentir la ira popular”, escribió el ministro de Propaganda.
El aniversario será recordado con actos oficiales y con una exposición que reúne los informes que enviaron los diplomáticos acreditados en Alemania en la Vieja Sinagoga de Berlín. Los despachos diplomáticos informan a sus Gobiernos sobre la “erupción de la crueldad sádica” del régimen contra los judíos, como escribió el cónsul general de EE UU en Fráncfort, Robert Townsend Samllbones. Los británicos calificaron el pogromo como una “barbaridad de la Edad Media”, mientras los franceses lo compararon con el genocidio turco contra los armenios. España se excusó de enviar la documentación, según el curador de la muestra, Christian Dirks, porque el edificio que contiene los archivos está siendo sometido a trabajos de renovación. Ninguna potencia rompió sus relaciones con Berlín o aplicó sanciones. Washington llamó a su embajador, pero casi todos los países cerraron sus fronteras a 400.000 judíos alemanes.


7 de noviembre de 2013

Antisemitismo come ideologia

venerdì 8 novembre 2013                     L’OSSERVATORE ROMANO                                                    pagina 5

Antisemitismo
come ideologia
di GIOVANNI CERRO
Nel suo ultimo libro (Antisemitismo.Un’ideologia del Novecento, Milano, Jaca Book, 2013, pagine 247, euro 24), lo storico Francesco Germinario, ricercatore della Fondazione «Luigi Micheletti» di Brescia, sostiene che all’origine della Shoah, così come di tutti gli stermini organizzati del Novecento, vi erano ideologie politiche “rivoluzionarie”, caratterizzate da una visione del mondo complessa e volta a modificare il corso della storia, eliminando quei soggetti, quelle istituzioni e quei sistemi sociali avvertiti come un ostacolo per la realizzazione dell’uomo

I nemici degli ebrei non si opponevano tanto al capitalismo in sé quanto alla sua forma finanziaria Che rendeva indigenti i ceti medi spingendoli verso il proletariato


nuovo. In particolare, il carattere «antisistemico e sovversivo» dell’antisemitismo consisteva, secondo Germinario, nel contestare radicalmente l’ordine borghese che si era imposto in Europa grazie alle trame occulte delle comunità ebraiche. Agli occhi degli autori antisemiti, la moderna società liberale appariva dominata dai valori giudaici del materialismo e dell’individualismo e di conseguenza aveva subordinato la politica alle esigenze della finanza, riducendo l’uomo alla sola dimensione economica e provocando la proletarizzazione dei ceti medi.



Con «Les Juifs, rois de l’époque» (1845) Alphonse Toussenel inaugurò la moderna pubblicistica antisemita

Per difendere gli interessi della piccola borghesia dagli assalti della finanza ebraica, l’antisemitismo si opponeva non solo al liberalismo, ma anche al socialismo marxista, considerato un concorrente politico se possibile ancora più insidioso nella battaglia contro la modernità.

Scandagliando la vasta galassia della pubblicistica antisemita ottonovecentesca, da Alphonse Toussenel a Auguste Chirac, da Édouard Drumont al marchese de Morès, da Augustin Hamon a Werner Sombart, fino a Dietrich Eckart e Gottfried Feder, Germinario evidenzia che, nella maggior parte dei casi, i sostenitori dell’odio contro gli ebrei non intendevano rovesciare i rapporti di produzione né abolire la proprietà privata. Da un lato, infatti, erano convinti che a generare la ricchezza fosse la circolazione del denaro, opera diabolica degli ebrei, e non la produzione delle merci: il mercato era il luogo in cui il furbo Giacobbe si prendeva gioco dell’onesto produttore Esaù, in cui il banchiere ebreo Rothschild faceva affari alle spalle dell’industriale tedesco Krupp e dei suoi operai. D all’altro lato, gli antisemiti ritenevano necessario difendere i piccoli proprietari dalla concentrazione capitalistica e al tempo stesso estendere a tutti i cittadini il diritto alla proprietà. Secondo loro, il socialismo marxista prima e il bolscevismo poi, insistendo sull’egualitarismo e sul collettivismo, rischiavano di produrre un impoverimento generale di larghe fasce della popolazione.

Alla luce di queste considerazioni, l’identificazione dell’antisemitismo con il «socialismo degli imbecilli», avanzata dai teorici del marxismo durante la Seconda Internazionale, è per Germinario forzata e ideologica, anche perché modellata sulla critica rivolta da Karl Marx al socialismo utopistico. L’antisemitismo non si opponeva tanto al capitalismo in sé, quanto a una sua forma per così dire degenerata, quella finanziaria, che rischiava di rendere indigenti i ceti medi, sospingendoli verso il proletariato. In fondo, gli antisemiti non avevano perso la speranza nella possibilità di una riforma del sistema capitalistico: la loro proposta economica può essere definita un «capitalismo popolare», teso a instaurare un regime di proprietà diffusa, libero dalla tirannia del mercato e dal parassitismo dei finanzieri ebrei.

L’antisemitismo si presentava dunque come un’ideologia rivoluzionaria per le classi medie. Furono proprio loro le più sensibili al mito del complotto ebraico, uno dei più importanti lasciti dell’antigiudaismo medievale e moderno a quello contemporaneo che prese l’avvio nel 1845 con la pubblicazione del volume di Toussenel, Les Juifs, rois de l’époque, e si concluse nel 1945 con lo sterminio di sei milioni di ebrei. Nell’universo ideologico antisemita, il timore dell’avvento di una tirannide ebraica mondiale, alimentato dai Protocolli dei savi di Sion, procedeva di pari passo con il ricorso sempre più frequente al concetto biologico di razza. Per gli antisemiti, infatti, gli ebrei erano in grado di organizzare efficacemente la loro cospirazione perché agivano come un soggetto collettivo, come una razza appunto, mentre gli ariani non riuscivano a opporsi ai loro disegni perché a unirli, in modo molto debole, erano solo i rapporti economici creati dalla società liberale o la solidarietà di classe predicata dal socialismo. La «razzizzazione dell’ebreo » consentiva invece di ancorare i legami tra gli individui a un fondamento apparentemente saldo, ovvero la natura, alle cui leggi anche la politica avrebbe dovuto sottostare. Se la diseguaglianza tra gli uomini e la suddivisione in razze erano fenomeni “naturali”, le caratteristiche del nemico erano sottratte al condizionamento della storia e considerate immutabili nel tempo.

Da qui, la convinzione che la razza ebraica non sarebbe mai cambiata e avrebbe continuato anche in futuro a ordire il suo complotto per la conquista del mondo. Come scriveranno in Dialettica dell’illuminismo Max Horkheimer e Theodor W. Adorno, «Degli ebrei bisogna ripulire la terra».