23 de septiembre de 2017

PERISCOPIO 23/09/2017 NACHO ALDAY VUELCO DE LA TIERRA

PERISCOPIO

23/09/2017

NACHO ALDAY

VUELCO DE LA TIERRA

Lucelly es una abogada colombiana nacida hace más de cincuenta años en una piadosa familia católica y está convencida de que fue preparada desde niña para comunicar al mundo una gran profecía. Desde pequeña tiene sueños y premoniciones  sobre hechos que luego se cumplen tal como ella los había conocido. Con el tiempo entendió que se trataba del don de profecía. En 1985 cuando el deshielo del Nevado del Ruiz sepulto completamente la población de Armero comentó a sus conocidos que algo terrible estaba pasando. En 1998 anunció  con dos meses de antelación el terremoto del Quindío. En 2007 avisa dos meses de antes del terremoto en China. En 2001,
tres meses antes del atentado en las Torres Gemelas, profetiza que “van a poner dos bombas en el aire en la ciudad de Nueva York a principios de septiembre”. El 25 de noviembre de 2004 anuncia con un mes de antelación el terremoto de Indonesia y precisamente ese mismo día recibe el gran mensaje: el vuelco de la Tierra 180 grados previsto también por la Hermana Lucía de Fátima (Periscopio 17/08/2017)  y del cual dice que está próximo…

Esa profecía está en la Sagrada Biblia: “Haré temblar los cielos y moverse la tierra de su sitio, por el furor del Señor del universo, el día del incendio de su ira”. (Isaías 13, 13)




22 de septiembre de 2017

UTOPIA IGUALITÁRIA — Aviltamento da dignidade humana

Agência Boa Imprensa – ABIM


UTOPIA IGUALITÁRIA — Aviltamento da dignidade humana

Revista Catolicismo, Nº 801, Setembro/2017

É o título do recente livro de Adolpho Lindenberg, no qual ele denuncia uma “revolução igualitária” surgida no fim da Idade Média e que atinge o seu paroxismo em nosso século

Adolpho Lindenberg
“O termo igualitarismo é um neologismo indicando a intenção revolucionária de nivelar por baixo todos os valores, ou seja, de amesquinhar a personalidade dos homens” [Foto: Luis Guillermo Arroyave]
Faz parte do mito igualitário imaginar que qualquer superioridade gera opressão nos subalternos. Tal concepção marxista é desmascarada por Dr. Adolpho Lindenberg na sua obra. Ele demonstra que as desigualdades harmônicas e proporcionadas são desejadas por Deus, que ama todos seus filhos — ricos e pobres, grandes e pequenos, nobres e plebeus — e as estabeleceu na Criação para o esplendor da ordem social e a beleza do Universo.
            A utopia e a ditadura igualitária, pelo contrário, subjugam e aviltam — observa o autor — a mentalidade das pessoas no mundo moderno, roubando-lhes o que há de melhor para o enriquecimento de suas personalidades e impedindo-as de cumprir plenamente a finalidade para a qual Deus as criou.
            Entrevistamos Dr. Adolpho sobre diversas questões relacionadas com o palpitante tema de seu recente livro Utopia Igualitária. Ele é um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP) e atual presidente do Instituto que leva o nome de seu primo-irmão, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira. Engenheiro pela Universidade Mackenzie, sua atividade profissional sempre esteve relacionada com a Construtora Adolpho Lindenberg, uma das mais conceituadas no País, que se notabilizou pela reintrodução do estilo colonial e o lançamento do estilo neoclássico na construção de edifícios. 
“O homem-massa, incapaz de elevar os olhos para o maravilhoso e o sublime, como aquele descrito por Aldous Huxley, é o modelo proposto pelos propugnadores do igualitarismo”
“O homem-massa, incapaz de elevar os olhos para o maravilhoso e o sublime, como aquele descrito por Aldous Huxley, é o modelo proposto pelos propugnadores do igualitarismo” [Na imagem acima, Dr. Adolpho dedica exemplares de seu livro - Foto PRC]
Catolicismo — O que o levou a escrever esse livro no momento atual?
Adolpho Lindenberg — Dr. Plinio Corrêa de Oliveira sempre apontou o igualitarismo como sendo a essência da Revolução — um movimento que visa destruir as ruinas remanescentes da Cristandade —, e que só em nossos dias adquiriu dimensões extremas, de tal magnitude que a denuncia dessa “revolução igualitária” tornou-se impreterível.

Catolicismo — No livro, o senhor utiliza o termo igualitarismo relacionando-o com alguma ideologia?
Adolpho Lindenberg — Esse termo é um neologismo indicando a intenção revolucionária de nivelar por baixo todos os valores, ou seja, de amesquinhar a personalidade dos homens, sua dignidade, sua honra, e todas as demais características que tornam os seres diferentes uns dos outros. É como se assistíssemos ao nascer de um mundo novo com novos paradigmas — nivelamento social, bem-estar do corpo, eliminação das hierarquias —, os quais seriam responsáveis por todas as rivalidades, por todos os ódios, ressentimentos e guerras. O homem-massa, uniformizado, incapaz de elevar os olhos para o maravilhoso e o sublime, como aquele descrito por Aldous Huxley, é o modelo proposto pelos propugnadores do igualitarismo.

Catolicismo — No momento atual, qual é o alvo visado pelos defensores da “revolução igualitária”?
“O alvo dos defensores do igualitarismo sempre foi e será nivelar Deus ao nível dos homens. Eles adotam a doutrina panteísta, que nega a transcendência absoluta do Criador” [Na foto acima: O hippismo em Woodstock (1969)
“O alvo dos defensores do igualitarismo sempre foi e será nivelar Deus ao nível dos homens. Eles adotam a doutrina panteísta, que nega a transcendência absoluta do Criador” [Na foto acima: O hippismo em Woodstock (1969)]
Adolpho Lindenberg — O alvo deles sempre foi e será nivelar Deus ao nível dos homens. Eles adotam a doutrina panteísta, que nega a transcendência absoluta do Criador de todas as coisas em relação às criaturas. Rebaixando a Figura Divina, fica mais fácil destruir na mente humana a compreensão de Deus como o Todo-Poderoso, Magnificente, Infinito, Criador do Céu e da Terra, Juiz Supremo no Final dos Tempos. Eles divulgam a imagem de um Deus semelhante à de um “Papai Noel”, velhusco, conivente e indulgente para com os nossos pecados, sentado nas nuvens, sem nenhuma majestade.

Catolicismo — Quais são as ideologias que mais favoreceram a propagação dos ideais igualitários?
Adolpho Lindenberg — Conforme está descrito na obra Revolução e Contra Revolução de Dr. Plinio, o igualitarismo começou quando a sociedade medieval deixou de ser teocêntrica. O passo seguinte foi a Revolução Francesa (1789), propondo o fim de todas as distinções sociais. Mais tarde adveio o comunismo (1917), propondo o nivelamento econômico e a ditadura do Estado. Finalmente, surgiu o movimento hippie, vanguarda extrema no terreno cultural — anarquista, disposto a combater tudo o que se relacione com ordem, hierarquia, harmonia, beleza e esplendor.

Catolicismo — Seria possível descrever mais pormenorizadamente essa última etapa do processo revolucionário?
Adolpho Lindenberg — A tão celebrada ruptura com o mundo clássico, ocorrida logo após a Primeira Guerra Mundial, através da difusão da arte, da arquitetura e da música modernas, teve por objetivo erradicar todas as formas de beleza, de proporcionalidade, de cognoscibilidade e de elevação que presidiam até então a criação das obras de arte e o modo de as pessoas se vestirem, falarem e se comportarem. A ponta de lança desse flagelo é a Arte Contemporânea, que difunde o nauseabundo, o hermético, o absurdo, o caos.

Catolicismo — Aprendemos nas escolas que a Idade Média foi um “período de trevas” — de estagnação, fanatismo e difamações semelhantes. E que a época histórica, desde o fim da Idade Média até a Revolução Francesa, denominada Ancien Régime, foi um período de snobismo, privilégios e prepotências. Por que razão o senhor elogia em seu livro essas épocas, afirmando que suas virtudes suplantaram seus vícios?
Adolpho Lindenberg — Essas críticas feitas nos dias atuais ao período medieval estão sendo desclassificadas. Historiadores sérios e sociólogos de peso — muitos deles não católicos e, portanto, insuspeitos — nos apresentam um quadro totalmente diverso. Na Idade Média, a preocupação central não era levar uma vida gostosa, emoliente, mas em direcioná-la para um louvor a Deus. Os hábitos primitivos e pagãos dos bárbaros foram sendo gradativamente substituídos por um teor de vida civilizado, cristão, com certa nota de candura e simplicidade. A figura luminosa de São Luís IX, rei da França, encarna de modo perfeito os ideais dominantes naquele tempo.

Catolicismo — Certos historiadores parciais referem-se a torturas, guerras, perseguição às ciências na Idade Média…
Duchamp, o criador da arte contemporânea, apresentou um mictório como peça artística central de uma de suas amostras. E a mídia revolucionária se encarregou de propagar uma extravagância como essa.
Duchamp, o criador da arte contemporânea, apresentou um mictório como peça artística central de uma de suas amostras. E a mídia revolucionária se encarregou de propagar uma extravagância como essa.
Adolpho Lindenberg — No tocante às ciências, nada houve que se assemelhasse a uma hostilidade; pelo contrário, hoje em dia está provado que o período medieval caracterizou-se por um progresso acentuado em todas as áreas do conhecimento humano. Torturas e guerras houve, embora menos do que na Renascença. E cumpre lembrar que os costumes bárbaros vigentes em épocas anteriores só com o tempo foram eliminados, e pouco-a-pouco os bárbaros foram sendo civilizados. A prática das virtudes se estabeleceram ao longo das gerações. O reto agir fez com que os homens aprimorassem suas personalidades, seu modo de ser, sua aparência e passassem a apreciar as coisas por sua beleza, classe e sacralidade. Noutras palavras, as pessoas foram ficando mais civilizadas, mais finas e cultas.

Catolicismo — Em sua obra, o senhor cita exemplos isolados do quotidiano para demonstrar os avanços do igualitarismo, por exemplo, o abandono do uso da gravata ou a montagem de uma poltrona ergométrica. O senhor julga que tais exemplos são suficientes para corroborar suas críticas ao mundo moderno?
Adolpho Lindenberg — Isoladamente, de fato eles dizem pouco, mas vistos em seu conjunto — talvez fosse o caso de enumerar outros fatos numa segunda edição — comprovam que não são inovações esporádicas, mas fazem parte, ao lado de centenas de outros, de uma inundação que mais cedo ou mais tarde vai cobrir o mundo inteiro, pois se trata de um plano universal. Assim, por exemplo, o abandono da gravata parece algo secundário. Mas se essa ablação for acompanhada por dezenas de outras simplificações — o uso de camisas com punhos arregaçados, de bermudões para homens de forma e cor indefinidas, a moda Kitsch para as mulheres —, ficará demostrado que fazem parte de um plano universal, visando rebaixar a aparência humana, tirando-lhe o prumo, a grandeza e o brilho.

Catolicismo  “Plano universal”? O que significa isso?
Adolpho Lindenberg — Para a difusão, num primeiro momento da Arte Moderna e atualmente da Arte Contemporânea, colaboram grandes entidades de caráter mundial, que intentam criar um mundo novo e igualitário, nos antípodas da Cristandade de outrora: a ONU, a União Europeia, fundações como Rockfeller, Ford, Gates e dezenas de outras, bem como universidades dominadas pelo pensamento marxista, grandes grifes orientadoras da moda, revistas e jornais de ponta, e o jet-setinternacional.

Catolicismo — Se esse movimento revolucionário nivelador possui essa força, que procedimento o senhor recomendaria aos nossos leitores?
Adolpho Lindenberg — De início, um esforço pedagógico: eliminemos de nós mesmos as condescendências com esse mundo novo extravagante, bem como essa arte hermética e absurda que nos está sendo imposta. Num segundo momento, procuremos alertar nossos amigos e conhecidos para que vejam com isenção de ânimo o quanto é incongruente e de baixo nível as obras apresentadas nos museus e exposições de vanguarda. Um só exemplo: Duchamp, o criador da arte contemporânea, apresentou um mictório como peça artística central de uma de suas amostras. E a mídia revolucionária se encarregou de propagar extravagâncias como essa.

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Fonte: Revista Catolicismo, Nº 801, Setembro/2017.  

Más de 300 curas firman un manifiesto a favor del referéndum

Más de 300 curas firman un manifiesto a favor del referéndum
Los religiosos consideran que "conviene que sean escuchadas las aspiraciones del pueblo catalán"



 El obispo de Solsona, Xavier Novell, se ha mostrado en ocasiones partidario del derecho a decidir.
El obispo de Solsona, Xavier Novell, se ha mostrado en ocasiones partidario del derecho a decidir. M. SÁENZ

Más de 300 curas y diáconos de diez arzobispados catalanes y congregaciones religiosas han emitido un comunicado en que afirman que "conviene que sean escuchadas las legítimas aspiraciones del pueblo catalán". Los religiosos han publicado un texto conjunto "movidos por los valores evangélicos y humanísticos" que representan y "el amor sincero al pueblo". Afirman que las ideas reflejadas en el texto están "en sintonía" con sus obispos. Los firmantes consideran "legítima y necesaria" la realización del referéndum ilegal del 1 de octubre ante "la imposibilidad de pactar las condiciones para llevarlo a cabo de forma acordada". 

"Invitamos los católicos y a todos los ciudadanos de Cataluña a reflexionar sobre la importancia de los acontecimientos actuales y a votar en ejercicio del derecho fundamental que tiene cualquier persona a expresar libremente sus posturas", reza el texto que recoge Catalunya Religió suscrito por 282 curas y 21 diáconos. 

Los curas ponen de manifiesto la "dificultad existente de un diálogo sereno y constructivo entre todas las partes". Por ese motivo, se sienten "moralmente obligados a hacer escuchar su voz en esta hora decisiva para el futuro inmediato de Cataluña y España". 

Este semana, los obispos catalanes han pedido sensatez y diálogo y los abades de Poblet y de Montserrat, Octavi Vilà y Josep Maria Soler, respectivamente, han defendido que "el derecho a la participación en la vida política y social tiene que estar garantizado, en un estado democrático".

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20 de septiembre de 2017

Profesores universitarios requieren al Gobierno a “usar la fuerza legítima del Estado” contra el secesionismo

Profesores universitarios requieren al Gobierno a “usar la fuerza legítima del Estado” contra el secesionismo
Un manifiesto de docentes acusa al independentismo de “poner en riesgo la paz civil” y apela a los “catalanes sensatos” a “romper su silencio”

EL PAIS -  Madrid 20 SEP 2017 - 05:54 BRT

El historiador Juan Pablo Fusi en Madrid.
El historiador Juan Pablo Fusi en Madrid. SAMUEL SÁNCHEZ

Más de 230 profesores de universidades españolas han firmado un manifiesto en el que acusan a las fuerzas independentistas de “dividir a la sociedad catalana, impedir el ejercicio de los derechos de las minorías” y “poner en riesgo la convivencia y la paz civil”. Ante el órdago secesionista de la Generalitat, cuya manifestación más palpable es el referéndum de autodeterminación del próximo 1 de octubre, cuya preparación prosigue pese a que el Tribunal Constitucional lo ha suspendido oficialmente, los firmantes insisten en que “no hay democracia sin sujeción a la Ley” y recuerdan que “los nacionalismos del siglo XX llevaron al mundo a dos guerras apocalípticas y hundieron a Europa en la barbarie”. Los firmantes exigen al Gobierno que actúe “con la máxima celeridad, firmeza y determinación” para “proteger los derechos de todos”.

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Con este recuerdo de las dos contiendas bélicas y de la Guerra Civil española como fondo, el manifiesto apela a los “catalanes sensatos” y a “todos los españoles de buena voluntad” a que “rompan su silencio y no miren con distanciamiento o indiferencia una situación en la que nos jugamos el ser o no ser de la democracia española”. El manifiesto lleva como primer firmante al filósofo Fernando Savater y entre los 234 profesores que lo secundan figuran nombres como los historiadores Juan Pablo Fusi, Fernando García de Cortázar o Gabriel Tortella, el constitucionalista Antonio Torres del Moral, el sociólogo Félix Ovejero, o el exdirector del Instituto Cervantes y de la Biblioteca Nacional Jon Juaristi.

Los firmantes, procedentes de universidades de toda España, entre ellas varias catalanas, alertan de que “en una coyuntura tan delicada” como la actual “no es el momento de partidismos ni de cálculos políticos a corto plazo”. “Por tanto, requerimos al Gobierno para que, como poder ejecutivo, haga uso de la fuerza legítima que al Estado le corresponde en exclusiva, de tal manera que las resoluciones judiciales no caigan en el vacío con el consiguiente daño para el Estado de Derecho”.

Los profesores piden al Ejecutivo de Mariano Rajoy que no dude en “recurrir a todos los medios constitucionales sin excepción para salvaguardar las instituciones democráticas y la unidad de nación española consagrada en nuestra Constitución”. Para ello, le reclaman que “impida” la “celebración del falso referéndum ilegítimo e ilegal” y ponga “a disposición de la justicia a los responsables de este atropello a la democracia”. Los académicos solicitan asimismo “a los partidos y a la sociedad civil” que “respalden” esta actuación estatal que consideran “absolutamente necesaria para una convivencia pacífica y democrática”.


La Guardia Civil registra consejerías de la Generalitat por el referéndum y detiene al número dos de Junqueras

La Guardia Civil registra consejerías de la Generalitat por el referéndum y detiene al número dos de Junqueras
Los agentes arrestan a 14 personas, la mayoría altos cargos del Govern, y registran los departamentos de Economía, Exteriores, Trabajo y Gobernación por orden del juez

EL PAIS -  Barcelona 20 SEP 2017 - 09:38 BRT

Varios mossos d'esquadra en la puerta del Palau de la Generalitat. CARLES RIBAS / EPV

La Guardia Civil ha puesto en marcha a primera hora de la mañana de este miércoles un operativo contra la celebración del referéndum. Los agentes se han personado, por orden del juez, en diversos edificios oficiales de la Generalitat. En estos momentos, el instituto armado registra al menos las sedes de los departamentos de Economía, de Asuntos Exteriores, de Trabajo y Asuntos Sociales y de Gobernación del Govern. También se encuentran en el Centro de Telecomunicaciones y Tecnologías de la Información (CTTI) de la Generalitat y la Fundación puntCAT, que gestiona los dominios con sufijo .cat.

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El objetivo es encontrar pruebas contra la inminente celebración del referéndum del 1 de octubre, que ha sido suspendido por el Tribunal Constitucional. Según ha confirmado el Tribunal Superior de Justicia de Cataluña, los agentes han efectuado, por orden judicial, un total de 41 registros. Seis de ellos se han producido en "despachos ubicados en distintas sedes oficiales del Gobierno", según el tribunal. Además, se han producido 14 detenciones y se ha requisado cerca de nueve millones de papeletas en una nave de Bigues i Riells, en Barcelona. En la causa que indaga el juez hay una veintena de personas investigadas por los delitos de desobediencia, prevaricación y malversación.

Entre los detenidos hay altos cargos de la Generalitat vinculados a los departamentos de Economía, Presidencia, Exteriores y Gobernación de la Generalitat. Los detenidos de Economía son el secretario general de Economía y Hacienda y número dos de Oriol Junqueras, Josep Maria Jové; el secretario de Hacienda, Josep Maria Salvadó, que ya tenía la condición de investigado en la causa que investiga el juzgado de instrucción número 13 de Barcelona, que ha ordenado las detenciones. También el director de patrimonio de la secretaría de Hacienda, Francesc Sutrias, y la directora de servicios de la secretaría general de Vicepresidencia, Natalia Garriga.

Del Departamento de Exteriores ha sido arrestado el responsable de la Oficina de Asuntos Exteriores, Xavier Puig Farré. Del Departamento de Trabajo y Asuntos Sociales, David Palancas Serrano. Y de Presidencia, responsables del CTTI, una empresa pública que integra todos los servicios informáticos de la Administración. Se trata de Josuè Sallent Ribes y David Franco Martos. En el Departamento de Gobernación también han sido arrestados Joan Manel Gómez, responsable del voto electrónico y técnico informático de la fundación puntCAT, y Joan Ignasi Sánchez, jefe de gabinete de la consejera Meritxell Borràs. También constan entre los detenidos Josep Masolivé, de la fundación puntCAT y del Cesicat.

Además de los cargos públicos, han sido detenidos otros tres ciudadanos. Pau Furriol es abogado y fue presidente de la comisión de garantías de Esquerra Republicana. Mercedes Martínez Martos es apoderada de la empresa de publicidad Fox Box Publi Alternativa. La empresa posee una nave industrial en Bigues i Riells (Barcelona) donde se han encontrado papeletas y otro material vinculado al referéndum del 1 de octubre. Finalmente, también ha sido arrestada en Madrid Rosa María Rodríguez Curto, directora general de servicios de T-Systems.

La operación policial ha sido ordenada por el titular del juzgado de instrucción 13 de Barcelona, Juan Antonio Ramírez Sunyer. El magistrado dirige desde hace meses una causa que permanece bajo secreto de sumario y que ha centralizado buena parte de las pesquisas sobre el referéndum. Ramírez Sunyer abrió la investigación tras las querellas presentadas por el abogado Miguel Durán y el partido político Vox. El origen de esas querellas fueron las declaraciones públicas del exjuez y exsenador de Esquerra Republicana Santiago Vidal, en las que aseguró que el Gobierno catalán habría cometido diversas ilegalidades en la preparación de la consulta. Por ejemplo, que se había apoderado de los datos fiscales de los ciudadanos catalanes de forma ilegal y que la Generalitat contaba con una partida millonaria oculta para celebrar la votación.

"Es evidente que tenemos nuestras funciones, por qué ellos lo pueden intervenir todo: ¿carteles electorales, dinero...? Es algo que no hemos visto en ninguna democracia occidental desde hace décadas", ha lamentado el vicepresidente del Gobierno catalán, Oriol Junqueras, en Catalunya Ràdio al conocer los registros. "No es una cuestión ideológica, sino los derechos civiles y de amparo judicial"., ha añadido.

El presidente de la Asamblea Nacional Catalana, Jordi Sánchez, ha llamado a "resistir pacíficamente" ante el operativo de la Guardia Civil. "Ha llegado el momento. Resistamos pacíficamente. Salgamos a defender desde la no violencia nuestras instituciones", ha escrito en su cuenta de Twitter, al tiempo que ha facilitado la dirección del Departamento de Economía. Hasta el lugar han llegado el propio Sánchez, Jordi Cuixart, presidente de Ònmium, el diputado en el Congreso Joan Tardà y diputados en el Parlament como Lluís Llach y David Rodríguez. También en Exteriores protestan los trabajadores y gritan "¡votaremos!" a los agentes.

A su vez, la Fiscalía dio una instrucción la semana pasada a todos los cuerpos policiales de que investigasen cualquier tipo de acción o preparativo que sirviese para que se llevase a cabo la consulta. En ese contexto, la Guardia Civil ha sido el cuerpo policial más activo, que se ha incautado de carteles, folletos e incluso tarjetas censales. También las policías locales han intervenido en mitines y enganchadas de carteles, requisando material e identificando a personas. La fiscalía ha acusado a los Mossos de “ponerse de perfil” ante el mandato del ministerio público, y evitar así llevar a cabo acciones antireferéndum.

Con información de Óscar López Fonseca, Josep CatàJessica 


Inaugurada a primeira base militar dos EUA em Israel

A nova instalação, em um local não revelado no sul de Israel, será uma base permanente para as tropas dos EUA no país

Israel inaugurou na segunda-feira, com o seu aliado americana, uma base conjunta de defesa de mísseis em solo israelense, a primeiro, disse um oficial israelense da Força Aérea Israelense.
A nova instalação, em um local não revelado no sul de Israel, foi anunciada quando o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, estava a caminho para encontrar o presidente dos EUA, Donald Trump, em Nova York, à margem da Assembléia Geral da ONU.
“Nós inauguramos, com nossos parceiros do Exército dos Estados Unidos, uma base americana, pela primeira vez em Israel”, disse o general de brigada Tzvika Heimowitz, chefe das defesas de mísseis israelenses, aos jornalistas.
“Uma bandeira americana está tremulando permanentemente sobre uma base do Exército dos EUA situada dentro de uma das nossas bases”.
Heimowitz disse que o movimento não foi uma resposta direta a qualquer incidente específico ou ameaça imediata, mas foi uma combinação de “lições aprendidas” na guerra de 2014 em Gaza e análise de inteligência de perigos futuros.
“Temos muitos inimigos ao nosso redor, perto e longe”, disse ele.
O chefe da Força Aérea de Israel, em novembro, alertou os vizinhos sobre o poder militar “inimaginável” à disposição do país.
Em 7 de setembro, o Exército da Síria acusou que aviões de guerra israelenses atingiram um dos seus posições, matando duas pessoas em um ataque que um monitor disse que visava uma instalação onde o regime supostamente produz armas químicas.
Israel, sem confirmar que esteve por trás do ataque, advertiu indiretamente a Síria e ao Irã que não toleraria nenhum “corredor xiita de Teerã a Damasco”.
Israel acusa o Irã de construir instalações para produzir “mísseis guiados de precisão” na Síria e no Líbano e Netanyahu deve reiterar o ponto em suas conversas com Trump.
O país comprou 50 caças furtivos F-35 dos Estados Unidos.
Israel tem um sofisticado sistema de defesa antimíssil, incluindo o interceptor de curto alcance Iron Dome que conseguiu derrubar foguetes disparados da Síria, do Líbano, da região do Sinai sem lei do Egito e da Faixa de Gaza.
Ele também possui o sistema de defesa de mísseis David’s Sling e Arrow de médio alcance, projetado para combater ameaças mais distantes.
Heimowitz não comentou o papel específico da nova base conjunta, mas disse que as “poucas dúzias” de pessoal dos EUA estarão sob comando israelense.
“Isso não faz parte de um exercício ou manobra”, disse ele. “É uma presença como parte do esforço conjunto de Israel e dos EUA para melhorar a defesa”.
FONTE: Middle East Eye