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11 de septiembre de 2018

Un párroco de Granada celebra una ‘misa LGTBIQ’ en Madrid

InfoVaticana

Un párroco de Granada celebra una ‘misa LGTBIQ’ en Madrid

ANTE EL SILENCIO DEL ARZOBISPO DE MADRID, CARLOS OSORO, Y EL DE GRANADA, JAVIER MARTÍNEZ.
  

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Mario Picazo es sacerdote diocesano de Granada, párroco de nª Sª de la Paz y de la Sagrada Familia (Cartuja) y Consiliario General de la Juventud Obrera Cristiana. El pasado fin de semana participó en un encuentro homosexualista en la sede de Comisiones Obreras que incluyó lo que parece ser una eucaristía sacrílega.
Así arranca la crónica publicada en Religión Digital sobre el encuentro organizado por la Asociación Juan XXIII este fin de semana en Madrid:
“Tuvo lugar en la sede madrileña de Comisiones Obreras y asistieron a ella más de seiscientos teólogos y fieles más comprometidos de España y más allá. Pero ni el sitio tan prestigioso ni la concurrencia tan multitudinaria fueron los que hicieron especial la Eucaristía de Clausura del 38 Congreso de la Asociación de Teólogos y Teólogas Juan XXIII, sino sus sentidas y conmovedoras reclamaciones a favor de los cristianos LGBTIQ, el colectivo más discriminado de la Iglesia.
El primer gesto hacia estos hermanos y hermanas que tanto han sufrido a manos de la Iglesia institucional: el lenguaje inclusivo. Así, celebramos y oramos en la Misa todos en femenino, y eso desde la primera palabra que se pronunció –“Bienvenidas”– a la última. Otro abrazo inclusivo más en la Misa fue el que arropó a los creyentes de otras confesiones que se juntaron para la celebración. Tomando ejemplo del lema del Congreso en su edición de este año “Mística y Liberación”, patrimonio de ninguna religión en particular sino de todas en general.
Luego, el emotivo momento en el que un puñado de jóvenes de la HOAC y la JEC procesionaron al altar al principio de la Misa para encender unas cuantas velas de los colores de la bandera arco iris. Y es que los colores del orgullo gay robaron protagonismo incluso a la presidencia de la celebración, que consistía en nada menos que una decena de personas, clérigos y laicas, y entre ellas el sacerdote granadino Mario Picazo.”
Mario Picazo fue nombrado consiliario general de Acción Católica JOC en 2015 por los obispos de la comisión permanente de la Conferencia Episcopal.
A continuación, más fotos del encuentro:

Mario Picazo, en la parroquia de La Paz. /



2 de julio de 2017

INCÊNDIOS EM PORTUGAL: quando uma Mãe é ofendida, como reagirá o Filho?


Agência Boa Imprensa – ABIM

INCÊNDIOS EM PORTUGAL: quando uma Mãe é ofendida, como reagirá o Filho?

Luis Dufaur
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No centenário das Aparições em que Nossa Senhora de Fátima advertiu os homens para abandonarem a imoralidade, estamos assistindo a fatos assustadores e inimagináveis.
Que ano poderia ser mais propício para a hierarquia católica retomar com fervor e clareza a pregação moral católica, alicerçada nas palavras de Nossa Senhora em Fátima?
A moral familiar, por exemplo, tão necessitada de uma restauração. Essa só poderá vir com um auxílio sobrenatural, com a frequência digna aos sacramentos, com a recitação do Terço e a prática das devoções tradicionais.
E o comunismo, a tintura-mãe de todas as formas da imoralidade? Ele continua sendo espalhado pela Rússia, mas também pelos agentes da Revolução Cultural, amigos da “nova-Rússia”, instalados em muitos governos do Ocidente!
Nada! Nada digno de destaque está sendo feito face à grave decadência moral que devasta a sociedade no mundo inteiro.
O Papa Francisco foi a Fátima, canonizou os santos pastorinhos Jacinta e Francisco. Mas o apelo à conversão pedido em Fátima e que desejávamos ouvir do Santo Padre com o vigor com que o Beato Urbano II convocou as Cruzadas, não veio.
Fez-se um impressionante silêncio. Apenas Silêncio?
Multiplicam-se as blasfêmias e atentados sacrílegos. O inferno já nada respeita.
Em 20 de abril, o “Diário de Notícias”, jornal de referência de Lisboa, ecoava a indignação que circulava nas redes sociais portuguesas por um objeto com aspecto de culto fálico que está à venda em site da Internet como uma versão de Nossa Senhora de Fátima!
PedrogaoA blasfema peça cujo nome oficial é “Escultura Nossa Senhora” custa quase 500 reais e foi confeccionada “na sequência do centenário das aparições”, segundo o “Diário de Notícias”.
A ofensa dificilmente poderia ser maior. Nossa Senhora como boa mãe perdoa, mas não devemos nos espantar se seu Divino Filho faz sentir o que pensa dessa agressão atroz à Sua virginal Mãe.
O sacerdote espanhol Alfonso Gálvez denunciou, entre outras coisas, o silêncio sobre a simples possibilidade de que os recentes incêndios em Portugal (no distrito Leiria) estejam relacionados com a má recepção da mensagem de Nossa Senhora em Fátima. O religioso se exprimiu extensamente no site “Adelante la Fé”.
Ele evoca quanto foi “desvirtuada e falsificada a Mensagem de Nossa Senhora” nos presentes dias. E cita com horror os cultos pagãos e até esotéricos praticados no santuário de Fátima em nome de um enviesado “ecumenismo”.
O sacerdote lembra as colunas exteriores do santuário recobertas com as cores distintivas da agenda LGBT, e outros eventos que antes seriam tidos em conta de “chacota geral contra os autênticos devotos da Virgem e contra a verdadeira Fé”.
O Pe. Gálvez se espanta que ninguém lembre a possibilidade de os incêndios que eclodiram em Portugal serem consequência das tentativas de enxovalhar a grande devoção de Fátima.
E conclui que é perigoso os homens não levarem a sério a infinita paciência de Deus. Porque nós desconhecemos o ponto em que essa divina e adorável paciência atinge seu limite, sobre tudo quando insultam Sua Santíssima Mãe.
Em 17 de junho, os habitantes das aldeias de Pedrógão Grande no distrito de Leiria, encostado no departamento de Santarém onde fica o santuário de Fátima, viram eclodir incêndios de características inéditas.
E essa é a opinião dos mais antigos moradores que assistiram a muitas outras conflagrações nos bosques locais.
PedrogaoEles o descreveram como “uma coisa de repente que passou e que parecia o diabo”: um incêndio histórico que se assemelhava a um “inferno nunca visto”, segundo o “Diário de Notícias”.
O presidente da Câmara de Pedrógão Grande Valdemar Alves, equivalente a um prefeito, sublinhou dizendo: “aquele inferno que me mostravam na igreja quando andava na catequese”. Cfr TSF.
“Foi uma coisa fora do normal”, testemunhou António Dinis. “Não há explicação, foi uma coisa de repente que passou e que parecia o diabo”, acrescentou Joaquim Costa.
João Silva dos Santos, um dos pilotos que atuaram no combate ao incêndio, relatou: “assisti a trovoadas secas com relâmpagos brutais a cair na floresta, ventos fortíssimos e sempre a mudar de direção e um tipo de nebulosidade que nunca tinha visto… quando julgava que já tinha visto tudo afinal estava enganado”, recolheu o “Observador”, jornal eletrônico português.
Dezenas de milhares de hectares foram consumidos pelas chamas. As aldeias ficaram desabitadas, imersas em mortal silêncio. Cifras provisórias contam 64 mortos e mais de 200 feridos.
pedrogaoO antigo comandante dos Bombeiros de Pedrógão Grande, João Dias, confirmou à agência Lusa: “o vento era como o diabo, que corria mais do que nós”, segundo Tvi24.
“Como o diabo” é um modo de dizer, mas quão eloquente!
“Isto foi a morte que saiu à rua”, dizia Maria dos Anjos, de 90 anos, à agência Lusa.
Maria Augusta Nunes de 84 anos assistiu a muitos incêndios em sua longa vida, mas nunca vira algo igual e insistia sem vontade de fazer muita metáfora: “o vento era o Diabo que levava o fogo para todo o lado”, reproduziu o site Ciberia.
Pormenor expressivo: “da igreja para cima há luz desde ontem de manhã, da igreja para baixo não há luz”, contou Vítor Bernardino.
O primeiro-ministro António Costa falou da “pior tragédia da história recente do país”, informou “O Globo”.
“Estamos diante da maior tragédia de vítimas humanas dos últimos tempos por uma calamidade desse tipo” acrescentou, segundo “El País” de Madri.
O incêndio começou durante uma tempestade elétrica “seca” (a chuva se evapora antes de tocar terra, mas com descargas elétricas).
Foi tão rápido que famílias inteiras que voltavam da praia ou de passeio ficaram carbonizadas no meio da estrada sem poderem sair de seus carros. Na estrada nacional EN236 a temperatura atingiu os 1.100ºC quando num forno crematório atinge 900ºC, segundo “El Mundo”.
O secretário-geral das Nações Unidas, a União Europeia, o Papa Francisco e as autoridades do santuário de Fátima enviaram mensagens humanitárias aos atingidos.
Não encontramos na abundante informação difundida pela Internet, notícias de eclesiásticos que tenham ido ao local para dar assistência religiosa a feridos, moribundos e fiéis afundados no desespero pela perda de familiares, amigos e vizinhos.
“Apenas pensei: ‘meu Deus, nos ajuda porque não temos mais ninguém’”, contou Paula. Ela viu um carro passando e batendo contra uma castanheira. “Ficaram todos carbonizados”, afirmou.
Rezemos muito por Portugal. Mas o Brasil e o mundo todo não precisam também de muitas orações em função de tragédias que podem advir e que foram preanunciadas em 1917 por Nossa Senhora em Fátima se não se moralizasse os costumes?

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PedrogaoO britânico Gareth Roberts, de 36 anos, mora em Portugal há quatro anos conseguiu escapar das chamas por muito pouco e contou sua história à BBC.
Como a maioria dos mortos, ele estava voltando de carro para casa com sua mulher e ficaram subitamente envoltos pelo bosque em chamas. Mas, eles conseguiram descer na aldeia de Mó Grande, também cercada pelo fogo.
Narrrou o Mr. Roberts “Um homem gritou nos oferecendo abrigo em sua casa [...], ficamos sem energia e as chamas vieram como um tornado feroz e vermelho passando pelas janelas. Nós nos encolhemos no chão durante uma hora, tentando respirar, rezando, chorando”.
“Não sou um homem religioso, mas não tenho vergonha de dizer: estava rezando, todos estávamos. Não havia mais nada a fazer”.
“Agora a única coisa que posso fazer é rezar por Portugal”.

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18 de abril de 2017

Las rodillas del diablo




ADELANTE LA FE

Las rodillas del diablo

Dos caras de la misma medalla
Un amigo escribe el Jueves Santo reciente: «Terrible lo que he visto esta noche ha sido muy triste. He llegado a la parroquia -por cierto espléndida- de un conocido pueblo de Navarra, a estar un rato con el Santísimo, y allí no había nadie salvo yo. Cuando me he puesto de rodillas, no he podido quedarme ni diez minutos. A las once de la noche han empezado a recogerlo todo como si les fuese la vida en que no quedase ni rastro. No podía dar crédito, nunca había visto más cabritos topando juntos al mismo tiempo. La guinda la ha puesto un tipo que ha cogido el copón cómo si fuese una barra de salchichón y, entre risotadas, ha soltado que pesaba mucho porque iba lleno de hostias. No me he podido contener y le he comentado que dejase el Santísimo en su sitio y que lo cogiese el párroco, que por cierto estaba presente en la escena, me ha respondido que él también era sacerdote. De locos.
Ha sido lo más indecente que he visto en mi vida. Un pueblo lleno de peregrinos a Santiago y no había ni uno sólo delante del Santísimo Sacramento».
En otras latitudes, como en mi diócesis, las iglesias se llenaron de fieles el Jueves Santo, tanto durante la Misa in Coena Domini como en las visitas a los templos, al Santísimo Sacramento expuesto; sin embargo, es muy triste advertir que durante las masivas visitas la mayoría de los que las hacen no tienen conciencia de la Presencia real y verdadera de Nuestro Señor Jesucristo en la Hostia Consagrada, la mayoría no se arrodilla, se queda parada, y entra y sale de las iglesias sin ningún acto de adoración o reverencia.
  1. Recuerdo muy bien, un domingo en Chile, cuando con un colaborador visitábamos una parroquia rural en misión de apostolado. Ya en el pueblo, asistimos a la Misa. El párroco -un buen y santo sacerdote- tenía una visible invalidez que no le permitía desplazarse ciertamente. Llegado el momento de la comunión, una religiosa administró la Santa Comunión: sostenía en una mano el copón, mientras que a su vez partía las sagradas formas para administrarlas, sin ningún monaguillo que sostuviera una patena. En acercarnos a recibir el Cuerpo del Señor, y cada que partía las formas, se veían caer al piso fragmentos, hecho del cual la religiosa parecía no percatarse. Terminada la Santa Misa, los dos foráneos, sin habernos puesto de acuerdo, rápidamente fuimos a arrodillarnos ante los muchos fragmentos eucarísticos visiblemente esparcidos para consumirlos.
Algunos años después supe que por hechos similares frecuentemente repetidos, han surgido grupos de laicos cuya única responsabilidad es la de recoger fragmentos de las Hostias Consagradas que se han caído después de dar la comunión en la mano.
He sabido de una señora, «ministra de la comunión» que llevó el Viático a un enfermo en una bolsita plástica.
Hay un cáncer anti Eucaristía que se ha esparcido bajo la consigna de construir comunidad. La pérdida de la fe se manifiesta de una manera especial en la irreverencia ante Jesús Eucarístico. Por la manera de recibir la Santa Comunión y de asistir a la Santísima Eucaristía se ve claro que muchos no creen que allí está presente Nuestro Señor en su Cuerpo, Sangre, Alma y Divinidad, y consiguientemente se recibe la Comunión en estado de pecado grave en el alma, sin haber recibido antes la absolución sacerdotal en la Confesión sacramental.
En ese falso espíritu de madurez cristiana, individualista y liberal, la comunión en la mano propicia una falsificación y desacralización de la Eucaristía.
  1. En su obra Mysterium Fideiel gran autor jesuita P. Maurice de la Taille, para comprender la conexión existente entre la Ultima Cena y el sacrificio de Cristo en la Cruz propone como ejemplo una casa de 2 pisos, pues ambos son un solo sacrificio.
La Eucaristía es la piedra angular de la fe y doctrina católica, si se quitase la Misa, colapsa con ella toda la fe católica, resulta difícil imaginar lo que de ella quedaría. El máximo teólogo católico Santo Tomás de Aquino, se refiere a la Eucaristía declarando que todos los otros sacramentos dependen de ella, el mismo bautismo resulta eficaz porque nos capacita para recibirla, y si un bautizado se niega conscientemente a recibirla, esa actitud lo separa de la corriente de la gracia santificante.
Luego, todas las perturbaciones, debilidades y deficiencias en la Iglesia se originan en una relación inadecuada con la Eucaristía.
A San Agustín le dijo el Señor: Tú no me trasformarás en ti como el alimento corporal, sino que Yo te transformaré en Mí.[1]
Esto lo hace posible la Misa, porque, al renovarse el Calvario en nuestros altares, nosotros no somos espectadores, sino participantes en la Redención; y en nuestros altares es donde nosotros terminamos nuestro trabajo. Él nos dijo: cuando yo fuere levantado en la Cruz, todo lo atraeré a Mí. Terminó su Obra cuando fue levantado en la Cruz; terminamos la nuestra cuando le permitimos atraernos a Él en la Misa.[2]
  1. En la Santísima Eucaristía mientras el sacerdote eleva la Hostia y el cáliz, hay un momento de silencio. El sacerdote se arrodilla después de cada elevación para dar testimonio de su fe en que el Señor resucitado está presente en el altar.
San Agustín decía: Nadie coma de este Cuerpo, si primero no lo adora. Fe y reverencia son consecuentemente los criterios básicos ante la Presencia real y verdadera, no obstante, muchos toman la postura de estar de pie o sentados. Después de la comunión muchos no se quedan en íntima adoración con Jesús, y terminada la Misa, casi todos los comulgantes buscan alcanzar cuanto antes la puerta en una evidente pérdida del sentido de lo sagrado.
Apolonio, un padre del desierto que vivió hace diecisiete centurias enseñó que el diablo no tiene rodillas; él no puede arrodillarse; no puede adorar; no puede orar; sólo puede mirar en desacato debajo de su nariz.
No estar dispuesto a doblar la rodilla ante el nombre de Jesús es la esencia del mal:
«Por Mí mismo lo juro; de mi boca sale justicia, y (mi) palabra no será revocada, pues ante Mí se doblará toda rodilla, y toda lengua prestará juramento».[3]
«Pues escrito está: “Vivo Yo, dice el Señor, que ante Mí se doblará toda rodilla, y toda lengua ensalzará a Dios”.»[4]
Joseph Ratzinger recuerda ese antiguo modo de representar al diablo sin rodillas. [5] Por su orgullo el demonio no tiene la capacidad de arrodillarse ante Dios, así también pasa con muchos de nuestros contemporáneos: han perdido la capacidad de adoración. Jesús instituyó la Sagrada Eucaristía para que la humanidad recordara su sacrificio. El pecado del hombre es el olvido. El diablo no tiene capacidad de arrodillarse ante Dios, pero nosotros sí y a menudo no queremos arrodillarnos para adorar al Rey de reyes y Señor de señores.
Nuestro Señor Jesucristo mismo se arrodilló para orar a su querido Abbá Padre. La noche de su Pasión en el huerto de Getsemaní, «habiéndose arrodillado, oró así: “Padre, si quieres, aparta de Mí este cáliz, pero no se haga mi voluntad, sino la tuya”.»[6]
El pasaje de la Sagrada Escritura que da el fundamento teológico más fuerte para arrodillarse es el famoso himno que se encuentra en la carta de San Pablo a los Filipenses: «Por eso Dios le sobreensalzó y le dio el nombre que es sobre todo nombre, para que toda rodilla en el cielo, en la tierra y debajo de la tierra se doble en el nombre de Jesús, y toda lengua confiese que Jesucristo es Señor, para gloria de Dios Padre».[7]
Arrodillarse es más que un gesto piadoso, es un gesto fundamental de la fe, una expresión sólida que está en el centro de la vida cristiana y a quien está en el centro de toda la creación. Hincar las rodillas ante el nombre de Jesús es un acto decisivo de aquellos con alma de atletas y humilde corazón. No hay nada pasivo sobre las rodillas en humildad y adoración. Cuando las rodillas actúan en respuesta a un corazón que ama a Cristo, se desata una fuerza tan fuerte que puede cambiar la faz de la tierra. Gracia es el nombre que damos a esa fuerza.
Pensemos en algunos ejemplos de la infinidad de testigos que nos han precedido: San Ignacio de Antioquia, anheló ser el trigo de Dios molido en la boca de los leones, a fin de unirse a Jesús Eucarístico; San Policarpo, quien dijo a aquellos que estaban prendiéndole fuego a su cuerpo: ustedes están iniciando un fuego temporal para mí, pero tengan cuidado, porque están prendiendo un fuego eterno para ustedes mismos. Pensemos en San Félix y Adauctus. Félix era sacerdote de la Iglesia primitiva, horriblemente torturado con los métodos más terribles, y aún así, soportó todo su martirio como un cordero. Esa humilde mansedumbre de Félix movió el corazón de uno de la multitud que no era cristiano, él gritó: Estoy dispuesto a aceptar a Jesús, el Cristo, el Dios de ese hombre, debido a la paz con que este hombre se dirige a su muerte. Fue sacado de la multitud y martirizado junto con Félix. Debido a que se desconoce el nombre su nombre, el martirologio se refiere a él simplemente como Adauctus. No son leyendas, son testimonios vivientes de la verdad.[8]
«Dios podría hacer que todos los seres humanos cayéramos de rodillas llenos de pavor, en este mismo instante… Hay cientos de otras formas en que Dios puede hacer caer de rodillas a la humanidad, pero el Señor se rehúsa a ganarse a su pueblo de otra forma que no sea por el amor».[9]
Todos debemos mantenernos vigilantes, recordando en humildad de corazón, que la recepción eucarística y la adoración son nuestro deber más alto y nuestra más grande necesidad, sin olvidar que nuestra forma exterior ante el Misterio de la Fe, junto a la devota y reverente disposición interior, conducirá también a mejorar la de los demás.
Germán Mazuelo-Leytón 
[1] SAN AGUSTÍN, Confesiones VII, 10.
[2] SHEEN, Mons. FULTON J., El Calvario y la Misa.
[3] ISAÍAS 45, 23.
[4] ROMANOS 14, 11.
[5] RATZINGER, JOSEPH, El espíritu de la liturgia.
[6] SAN LUCAS 22, 42.
[7] FILIPENSES 2, 9-11.
[8] Cf.: MIRAVALLE, S.T.D., MARK I. El dogma y el triunfo.
[9] VALENTA OFM Cap., P. STEPHEN, La Jornada de la cabeza al corazón y más allá.
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29 de febrero de 2016

Vocero del Episcopado español se pronuncia sobre exposición sacrílega en Pamplona


Vocero del Episcopado español se pronuncia sobre exposición sacrílega en Pamplona

Por Blanca Ruiz



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MADRID, 26 Feb. 16 / 11:14 am (ACI).- El portavoz de la Conferencia Episcopal española, P. José María Gil Tamayo ha asegurado que “meterse con las convicciones de las personas no puede salir gratis”, en relación a la exposición sacrílega que Abel Azcona presentó en Pamplona usando 242 hostias consagradas.

“Cuando ejercemos actos, si estos son delictivos o atentan contra las libertades de las personas, o las convicciones religiosas, tienen una responsabilidad”, dijo el sacerdote en rueda de prensa realizada ayer.



Azcona expuso en la Sala Conde de Rodezno de Pamplona fotografías en las que mostraba 242 hostias consagradas con las que formó la palabra pederastia. También mostraba un plato lleno de formas consagradas. Dichas hostias las había conseguido fingiendo que comulgaba en distintas misas celebradas en Madrid y Pamplona.

El sujeto ha comparecido en la mañana del jueves ante el titular del juzgado de Instrucción número 2 de Pamplona (España), Fermín Otamendi, después de que se admitiese a trámite la querella que presentó la Asociación Abogados Cristianos por los presuntos delitos de profanación y ofensa a los sentimientos religiosos.

Durante la comparecencia, Azcona se ha negado a contestar las preguntas de la acusación, por lo que sólo ha respondido al juez.

Azcona ha reconocido que sabía que eran hostias consagradas las que usó para escribir la palabra pederastia pero en su declaración negó todos los cargos de los que se le acusa, en concreto los que constan en los artículos 524 y 525 del código penal.

A pesar de las quejas ciudadanas, (se entregaron más de 110 mil firmas pidiendo la retirada de la muestra) el ayuntamiento navarro mantuvo la exposición. De hecho, el alcalde de la ciudad, Joseba Asirón, respaldó al artista alegando libertad de expresión.

En la conferencia de prensa del 25 de febrero, el P. Gil Tamayo dijo que en sus declaraciones no se refiere a consideraciones morales sino que se centra “en el marco delictivo, tiene que haber responsabilidades que la justicia determinará cuales son”.

También ha expresado que “lógicamente la exigencia de un respeto tiene que ser en todos los sentidos”, por eso ha destacado que “la libertad de expresión no ampara la transgresión de los derechos fundamentales”.

“En un marco de libertad, no se puede transgredir so capa de estética, lo que carece ética y de falta de respeto a los demás, incluyendo sus convicciones religiosas”, ha destacado el vocero.

“Los católicos queremos y hacemos una opción de vivir en libertad y convivencia, pero exigimos en reciprocidad por parte de los otros, del respeto a nuestras propias convicciones”, concluyó.